Hoje evangélica, Suzana Alves diz se arrepender do
passado como símbolo sexual
Eterna Tiazinha, Suzana Alves relembrou seus tempos como
símbolo sexual e musa do carnaval. Em 1999, no auge do sucesso com sua
personagem mascarada, ela foi rainha de bateria da Tradição, escola que
desfilava pelo Grupo Especial do Rio.
Hoje evangélica, Suzana, de 47 anos, recordou o alvoroço que
causou na Sapucaí ao surgir com máscara e chicote da personagem. Em um vídeo
postado em seu Instagram nesta terça-feira, 17, a atriz afirma que se arrepende
do passado e que, atualmente, leva uma vida dedicada à fé cristã.
“Há 27 anos atrás,
no dia 16 de fevereiro de 1999, eu me tornei um ícone nacional. Foi no
carnaval, na Avenida, foi ali no Sambódromo, na Sapucaí, que a Tiazinha ganhou
o Brasil. A Avenida parou. A escola perdeu pontos e foi rebaixada por tanto
alvoroço. Eu estava lá. Rainha de bateria. Depois, nos anos seguintes, no topo
do carro alegórico. Milhões de pessoas me olhando, aquela energia, aquela
vibração, uma sensação arrebatadora”, iniciou a ex-Tiazinha.
Extra Rio

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