Alcolumbre diz que divergências não podem virar ódio e Motta defende emendas em sessão da Casa | Rio das Ostras Jornal

Alcolumbre diz que divergências não podem virar ódio e Motta defende emendas em sessão da Casa

Sessão Solene - Promulgação da Emenda Constitucional 136/2025 Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão solene destinada à promulgação da Emenda Constitucional nº 136, de 2025, referente à Proposta de Emenda à Constituição nº 66 de 2023, que institui limite para o pagamento de precatórios pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios e estipula novo prazo de parcelamento especial de débitos com seus regimes próprios de previdência social e com o Regime Geral de Previdência Social; e dá outras providências. Mesa: presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB); presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP). Jonas Pereira/Agência Senado

Motta disse que cabe ao plenário “fazer valer a prerrogativa constitucional do Congresso de destinar as emendas parlamentares aos rincões Brasil afora”

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), fizeram um pedido por pacificação, diálogo e serenidade entre os Poderes durante os discursos feitos nesta segunda-feira, 2, que ainda reservaram espaço para defender as emendas parlamentares.

Motta disse que cabe ao plenário “fazer valer a prerrogativa constitucional do Congresso de destinar as emendas parlamentares aos rincões Brasil afora”. Neste ano, o valor total de emendas aprovadas pelo Congresso chegou a R$ 62 bilhões.

“Cabe a este plenário, soberano e independente, perseguir esse caminho dia e noite, com votações de propostas de interesse do País. E fazer valer a prerrogativa constitucional do Congresso de destinar as emendas parlamentares aos rincões Brasil afora, que, na maioria das vezes, não estão aos olhos do Poder Público”, afirmou.

O presidente da Câmara também disse que a Casa seguirá com “independência e harmonia com os demais Poderes”. Ele pediu ajuda dos deputados para que 2026 seja um ano de “serenidade”. Em outubro, ocorrem as eleições gerais.

“Conto com os nobres Pares para fazermos de 2026 um ano de serenidade, de firmeza institucional e de entregas concretas”, disse.

Já Alcolumbre focou o discurso especialmente no assunto de pacificação. “Faço um apelo ao País: precisamos, mais do que nunca, de diálogo, de bom senso e de paz. Paz entre os grupos que defendem ideologias diferentes. Paz entre as instituições nacionais. Paz entre os Poderes da República”, afirmou o presidente do Congresso.

“Precisamos afirmar com responsabilidade: o dissenso não pode se transformar em ódio. Este Congresso Nacional sabe exatamente o seu papel nesse processo. Quando o Brasil tensiona, é aqui que ele se recompõe.”

Ele prosseguiu o discurso pedindo “respeito recíproco”. “Que este ano legislativo seja marcado pelo respeito recíproco e pela busca permanente de soluções para os desafios do nosso povo”, afirmou.

O presidente do Senado também saudou o discurso do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que pediu “autocontenção” dos ministros da Corte durante a reabertura dos trabalhos do STF nesta segunda-feira.

Os trabalhos do Congresso também foram reabertos nesta segunda-feira. Neste ano, a Casa celebrará seu bicentenário – algo também destacado por Alcolumbre e Motta em seus discursos.

“Do Império à República, da redemocratização aos desafios do presente, o Legislativo permanece um Poder a serviço do Brasil”, afirmou Alcolumbre. “É do respeito mútuo entre eles que nasce a estabilidade de que o Brasil precisa.”

JP

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