Unidade no Quitandinha, que funciona como ponto de apoio em
chuvas, tem goteiras, salas alagadas e problemas no telhado; prefeitura diz que
já contratou reparos.
Uma vistoria realizada nesta terça-feira (27) na Escola
Municipal Marcelo Alencar, no bairro Quitandinha, em Petrópolis,
na Região Serrana do Rio, apontou uma série de problemas estruturais na
unidade. A inspeção foi feita pelo vereador Léo França (PSB) após denúncias de
moradores sobre as condições do prédio.
Durante a visita, o parlamentar percorreu salas de aula,
cozinha, corredores e a quadra esportiva. No local, foram encontrados mofo,
infiltrações em diferentes ambientes, salas alagadas por causa de goteiras,
além de teto e paredes descascando. Na quadra, a cobertura apresentava um
buraco de grandes proporções e os equipamentos estavam sem manutenção.
Segundo o vereador, a escola atende cerca de 350 pessoas,
entre alunos e funcionários. Ele destacou ainda que a unidade é oficialmente
usada como ponto de apoio em casos de chuvas intensas no Quitandinha, o que
aumenta a preocupação com a segurança do local.
“O prédio inteiro
sofre com infiltrações. Há salas com mofo e umidade, colocando em risco a saúde
de alunos, professores e trabalhadores. O mais alarmante é que o local é um
ponto de apoio. Como abrigar famílias em situação de emergência se o próprio
prédio corre risco?”, afirmou Léo França em publicação nas redes sociais.
O retorno das aulas na rede municipal está previsto para 4
de fevereiro. Diante da situação, o vereador informou que vai formalizar uma
denúncia e pretende vistoriar outras unidades ao longo da semana.
“A escola está abandonada. Precisamos que o governo municipal
faça os reparos necessários. Como a escola, que também é ponto de apoio, vai
receber as pessoas em segurança? Vou oficiar o Ministério Público Estadual, o
Ministério da Educação e a Defesa Civil Nacional”, disse.
Em nota, a Prefeitura de Petrópolis informou que já
contratou uma empresa para realizar reparos no telhado da Escola Municipal
Marcelo Alencar, o que deve solucionar os problemas relatados. Segundo o
governo municipal, os serviços dependem de um período sem chuva para avançar.
A prefeitura afirmou ainda que outras unidades de ensino,
inclusive as que funcionam como pontos de apoio, também serão atendidas de
forma prioritária.
Por Priscila
Torquato, g1 — Petrópolis

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