Carlos Bolsonaro diz que PF onde o pai está tem ‘condições mínimas de dignidade’ | Rio das Ostras Jornal

Carlos Bolsonaro diz que PF onde o pai está tem ‘condições mínimas de dignidade’

Segundo Carlos Bolsonaro, PF onde o pai está detido tem
 'condições mínimas de dignidade' Sergio LIMA / AFP

Ex-vereador também reclamou das restrições da visita ao ex-mandatário; segundo ele a Polícia Federal informou que as visitas ocorrem apenas às terças e quintas-feiras, das 9h às 11h, conforme decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes

O ex-vereador do Rio de JaneiroCarlos Bolsonaro (PL-SC), manifestou, por meio das redes sociais, sua indignação por não poder visitar o pai, Jair Bolsonaro, mais de duas vezes na semana, e criticou as condições da Polícia Federal (PF) onde o ex-mandatário cumpre pena. “O que ocorreu, na prática, foi apenas o fim da exigência de que a família tivesse de protocolar pedidos sucessivos e aguardar – muitas vezes, em vão – a ‘boa vontade’ do ministro”, afirmou Carlos em publicação no X, após ser impedido de visitar o pai na prisão.

Segundo Carlos Bolsonaro, a Polícia Federal informou que as visitas ocorrem apenas às terças e quintas-feiras, das 9h às 11h, conforme decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. “Hoje, 05 de janeiro de 2026, mesmo diante de um momento extremamente delicado de saúde, o Presidente Jair Bolsonaro continua impedido de receber qualquer membro da família”, escreveu.

Ele também criticou s condições da Polícia Federal (PF) onde o ex-mandatário cumpre pena. “As Superintendências da PF (incluindo Brasília) são destinadas principalmente a presos provisórios e em trânsito, não a condenados definitivos de longo prazo”, escreveu. “Essa chamada sala de Estado-Maior tem um nome bonito e sugere tratamento especial, mas as condições mínimas de dignidade não estão sendo garantidas a uma pessoa de 70 anos de idade, com problemas de saúde relevantes, um ex-Presidente da República”, acrescentou, enfatizando que Bolsonaro, que está com a saúde debilitada, “não está sendo preservado pelo Estado”.

Bolsonaro voltou à custódia da Polícia Federal em 1.º de janeiro, depois de passar uma semana internado para a realização de procedimentos médicos. Ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, imposta por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes.

JP

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