Ex-vereador também reclamou das restrições da visita ao
ex-mandatário; segundo ele a Polícia Federal informou que as visitas ocorrem
apenas às terças e quintas-feiras, das 9h às 11h, conforme decisão do ministro
do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes
O ex-vereador do Rio de
Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL-SC), manifestou, por meio
das redes sociais, sua indignação por não poder visitar o pai, Jair Bolsonaro,
mais de duas vezes na semana, e criticou as condições da Polícia Federal (PF)
onde o ex-mandatário cumpre pena. “O que ocorreu, na prática, foi apenas o fim
da exigência de que a família tivesse de protocolar pedidos sucessivos e
aguardar – muitas vezes, em vão – a ‘boa vontade’ do ministro”, afirmou Carlos
em publicação no X, após ser impedido de visitar o pai na prisão.
Segundo Carlos Bolsonaro, a Polícia Federal informou que as
visitas ocorrem apenas às terças e quintas-feiras, das 9h às 11h, conforme
decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
“Hoje, 05 de janeiro de 2026, mesmo diante de um momento extremamente delicado
de saúde, o Presidente Jair Bolsonaro continua impedido de receber qualquer
membro da família”, escreveu.
Ele também criticou s condições da Polícia Federal (PF) onde
o ex-mandatário cumpre pena. “As Superintendências da PF (incluindo Brasília)
são destinadas principalmente a presos provisórios e em trânsito, não a
condenados definitivos de longo prazo”, escreveu. “Essa chamada sala de
Estado-Maior tem um nome bonito e sugere tratamento especial, mas as condições
mínimas de dignidade não estão sendo garantidas a uma pessoa de 70 anos de
idade, com problemas de saúde relevantes, um ex-Presidente da República”,
acrescentou, enfatizando que Bolsonaro, que está com a saúde debilitada, “não
está sendo preservado pelo Estado”.
Bolsonaro voltou à custódia da Polícia Federal em 1.º de
janeiro, depois de passar uma semana internado para a realização de
procedimentos médicos. Ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão,
imposta por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes.
JP

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