Segundo o ministro da Fazenda, TFFF e
a coalizão do mercado de carbono são dois projetos centrais em discussão no
âmbito da COP30
O ministro da Fazenda, Fernando
Haddad, afirmou nesta segunda-feira (3), que o financiamento do Fundo
de Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) deve ser visto como investimento, e
não como doação. A declaração foi feita após uma série de reuniões durante o
COP30 Business & Finance Forum, evento promovido pela Bloomberg
Philanthropies.
Segundo Haddad, o TFFF e a coalizão do
mercado de carbono são dois projetos centrais em discussão no âmbito da COP30.
Ele destacou, porém, que a criação dessa coalizão internacional ainda exigirá
“muita engenharia” para sair do papel. “O TFFF é a questão dos países bons. Não
é nem doação, é investimento. Você remunera as florestas pelos empréstimos que
serão feitos a partir do fundo”, explicou o ministro.
Haddad também mencionou que vários
países devem anunciar adesão ao fundo nos próximos dias e considerou realista a
meta de captação inicial. “Se terminarmos o primeiro ano com US$ 10 bilhões,
seria um grande feito, porque até aqui ninguém colocou nada relevante na mesa”,
afirmou. O ministro evitou citar os países que já manifestaram interesse,
alegando que eles preferem fazer os anúncios oficialmente durante a COP30.
JP

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