O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estuda reclassificar a maconha como uma substância menos perigosa, medida que pode ampliar as pesquisas sobre seu uso medicinal e reduzir restrições para o setor. A informação foi divulgada pelo Wall Street Journal, que cita fontes próximas ao assunto.
Segundo o jornal, durante um
evento de arrecadação de fundos realizado no início deste mês em seu clube de
golfe, em Nova Jersey — com ingressos de até US$ 1 milhão por pessoa —, Trump
afirmou aos presentes que pretende avançar com a mudança.
Entre os convidados estava Kim
Rivers, CEO da Trulieve, uma das maiores empresas de maconha do país, que
incentivou o presidente a ampliar as pesquisas sobre o uso medicinal da planta.
A possível reclassificação já
havia sido considerada pelo ex-presidente Joe Biden, que defendia facilitar a
compra e venda da maconha antes de perder a eleição para Trump no ano passado.
O Wall Street Journal destaca
que empresas do setor investiram milhões de dólares em grupos políticos ligados
a Trump e contrataram alguns dos principais lobistas e assessores de Washington
para influenciar a decisão.
Em 2024, Trump apoiou uma
proposta para legalizar o uso recreativo da maconha na Flórida, que acabou não
sendo aprovada por pouco — o texto precisava de 60% dos votos para passar.
A maconha é legal em Nova York
para uso medicinal desde 2016 e para uso recreativo desde 2021.
“Todos os requisitos políticos e
legais, assim como as implicações, estão sendo considerados. O único interesse
que guia as decisões do presidente é o que é melhor para o povo americano”,
afirmou a porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson.
Gazeta Brasil

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