Um político com trânsito livre no Congresso e acesso a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) revelou que integrantes da Corte estão “apavorados” com a possibilidade de serem incluídos na lista de sanções da Lei Magnitsky, legislação americana que pune estrangeiros por corrupção ou violações de direitos humanos. A informação foi divulgada pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. A apreensão teria aumentado após o ministro Alexandre de Moraes ser sancionado em 30 de julho.
Segundo a reportagem, a sanção,
que pode congelar bens nos Estados Unidos e proibir a entrada no país, causa
grande preocupação. Com a medida, os ministros poderiam enfrentar dificuldades
financeiras, como a impossibilidade de usar cartões de crédito de bandeiras
internacionais e a restrição em transações bancárias, já que muitos bancos
brasileiros operam em solo americano.
A notícia foi usada pelo
conselheiro do presidente americano Donald Trump, Jason Miller, para
intensificar a pressão sobre o Brasil. Em uma postagem na rede social X, Miller
escreveu: “Libertem Bolsonaro… ou então”, referindo-se à prisão domiciliar do
ex-presidente. A declaração foi feita em resposta à reportagem de O
Globo.
Em um cenário de crescente
tensão, o conselheiro de Trump, que já foi detido no Brasil em 2021 por ordem
de Moraes, promete não “desistir” até que Jair Bolsonaro esteja “livre”. O
governo brasileiro, por sua vez, tem reagido às críticas vindas dos EUA, classificando-as
como “ingerências” na soberania nacional.
Gazeta Brasil

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!