Rafael Rozenszajn defendeu as
ações militares de seu país, afirmando que não se pode ‘permitir que o regime
mais perigoso do mundo possua a arma de destruição em massa mais perigosa’
Em um novo desdobramento da
guerra no Oriente Médio, a Turquia se ofereceu para mediar as conversas
entre Israel e Irã, após o presidente turco,
Recep Tayyip Erdoğan, discutir a situação com o presidente russo, Vladimir
Putin. Paralelamente, a França classificou o programa nuclear iraniano como uma
ameaça. Em entrevista ao vivo para a Jovem Pan News, o Major Rafael
Rozenszajn, porta-voz do Exército de Israel, defendeu as ações militares de seu
país, afirmando que o objetivo é “desmantelar a ameaça imediata para o futuro
existencial do Estado de Israel”. Segundo o major, os alvos são exclusivamente
militares e visam neutralizar o programa nuclear iraniano e seu arsenal de
mísseis balísticos.
“O Irã diz claramente que o
Estado de Israel tem dias contados e o chama de ‘câncer para a humanidade’. Não
podemos permitir que o regime mais perigoso do mundo possua a arma de
destruição em massa mais perigosa do mundo”, declarou Rozenszajn. Ele destacou
que o Irã estava “a um passo” de ter material suficiente para produzir 15 bombas
nucleares. Questionado sobre os alvos israelenses, que teriam incluído
áreas residenciais e infraestrutura civil, o porta-voz negou, afirmando que a
operação é “cirúrgica” e focada em alvos militares. Ele acusou o Irã de visar
“descaradamente zonas urbanas” em Israel e de posicionar suas instalações
militares em áreas civis, usando a própria população como escudo.
O Major Rozenszajn ressaltou que
Israel já agiu preventivamente no passado para impedir programas nucleares no
Iraque (1981) e na Síria (2007). “Essa guerra não é contra o povo iraniano, é
contra o regime do Irã. Um regime em que o ódio a Israel é muito maior do que o
amor a seu próprio povo”, afirmou. Ele também informou que as Forças de Defesa
de Israel já eliminaram dezenas de líderes militares, incluindo o chefe do
Estado-Maior iraniano, e mais de nove cientistas ligados ao programa
nuclear. Segundo o porta-voz, Israel alcançou superioridade aérea absoluta
sobre o Irã e continuará agindo para neutralizar a ameaça. “Se não tivermos
sucesso nessa guerra, a consequência é o fim do Estado de Israel. Não temos
outra opção”, concluiu.
Com informações de Jornal da Manhã

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