O Instituto Brasileiro de
Cidadania (Ibraci) entrou com um pedido na Justiça para suspender a proibição
musical, argumentando que a medida pode ter um impacto negativo na economia
local
O recente decreto assinado pelo
prefeito do Rio de
Janeiro, Eduardo
Paes, que proíbe a execução de música em quiosques e impõe novas regras
para os barraqueiros da orla, gerou uma onda de críticas e resultou em uma ação
judicial. O Instituto Brasileiro de Cidadania (Ibraci) entrou com um pedido na
Justiça para suspender a proibição musical, argumentando que a medida pode ter
um impacto negativo na economia local.
Durante uma audiência pública
realizada na Câmara
Municipal, músicos e representantes da classe artística expressaram
suas preocupações em relação aos danos financeiros e culturais que o decreto
pode causar. Os vereadores também se manifestaram contra as novas diretrizes,
que incluem a proibição da venda de bebidas em garrafas de vidro e a mudança na
identificação das barracas.
O presidente da Câmara, Carlo
Caiado, anunciou a formação de uma comissão que irá dialogar com o prefeito
sobre o Estatuto da Orla, buscando uma revisão das regras estabelecidas.
“Estamos criando a comissão pelo diálogo e pela centralidade. Nesse sentido, o
diálogo com o prefeito sempre foi bom. Renato Moura vai nos liderar”, afirmou
Caiado.
JP

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