Secretaria Estadual de Segurança Pública do Brasil quer que a organização seja oficialmente reconhecida como internacional. ALAOR FILHO/ESTADÃO CONTEÚDO
Recentemente, a facção foi
implicada no assassinato de Thúlio Fernando Santos Silva, cujo corpo foi
encontrado carbonizado em um caixote de lixo na cidade de Seixal, próxima a
Lisboa
O Comando Vermelho,
uma facção criminosa brasileira, enfrenta sérias acusações de envolvimento em
tráfico de drogas e homicídios em Portugal, com ramificações internacionais.
Rúben Oliveira, conhecido como Xuxas, foi sentenciado a 20 anos de prisão por
sua participação em atividades de narcotráfico e por integrar uma associação
criminosa. Ele é considerado um dos principais traficantes operando em solo
português, com vínculos diretos a organizações de narcotráfico no Brasil e na
Colômbia. Recentemente, a facção também foi implicada no assassinato de Thúlio
Fernando Santos Silva, cujo corpo foi encontrado carbonizado em um caixote de
lixo na cidade de Seixal.
Luiz Fernando da Costa, conhecido
como Fernandinho Beira-Mar, e seu parceiro, Leonardo Dias de Mendonça, estão
sob investigação por suas atividades no tráfico internacional desde 2000. Ambos
figuram na lista do OFAC, órgão que impõe sanções a indivíduos envolvidos em
narcotráfico, o que evidencia a gravidade de suas ações e a atenção que recebem
das autoridades.
A Secretaria Estadual de Segurança
Pública do Brasil está em tratativas com os Estados Unidos para que o Comando
Vermelho seja oficialmente reconhecido como uma organização criminosa
internacional. Essa designação poderia facilitar a colaboração entre os países
no combate ao tráfico de drogas, permitindo ações mais eficazes contra essa
rede criminosa que opera em várias nações.
JP
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