Combatentes anti-regime ficam à beira da estrada enquanto curdos sírios deslocados conduzem veículos carregados de pertences na rodovia Aleppo-Raqqa para fugir de áreas nos arredores da cidade de Aleppo, no norte do país. Rami al SAYED / AFP
Aproximadamente 200 combatentes
atravessaram a passagem de Bou Kamal e estão sendo direcionados para a cidade
de Aleppo, onde se juntarão às forças do exército sírio
Milícias iraquianas ligadas
ao Irã cruzaram
a fronteira e chegaram à Síria com o objetivo de fortalecer a resposta
do governo sírio contra os rebeldes que tomaram Aleppo. Aproximadamente 200
combatentes atravessaram a passagem de Bou Kamal e estão sendo direcionados
para a cidade de Aleppo, onde se juntarão às forças do exército
sírio. Essas milícias representam um novo contingente que visa auxiliar as
tropas sírias em um momento crítico, após um ataque coordenado por insurgentes
do grupo jihadista “Hayat Tahrir al-Sham” em Aleppo. Os rebeldes têm avançado
rapidamente, conquistando grandes áreas no norte da Síria e se dirigindo em
direção à província de Hama. O governo sírio está tentando estabilizar a
situação com uma linha defensiva robusta.
Desde o início do conflito em
2011, o Irã tem sido um aliado fundamental do presidente Bashar al-Assad.
Recentemente, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi,
esteve em Damasco, onde reafirmou o compromisso de Teerã em apoiar o governo sírio.
Essa visita destaca a importância da aliança entre os dois países em meio à
crescente tensão na região. A chegada das milícias iraquianas pode ser um
fator decisivo na luta pelo controle de Aleppo, uma cidade estratégica que tem
sido um ponto focal de confrontos entre as forças do governo e os rebeldes.
Por da Redação
Publicado por Sarah Paula
*Reportagem produzida com auxílio
de IA

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