Em entrevista ao site Metrópoles, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) negou, na noite de quinta-feira (25), que tenha dito que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o Supremo Tribunal Federal (STF) querem facilitar seu assassinato.
Bolsonaro disse que ao se referir
a “eles” quererem executá-lo, fez alusão ao “sistema como um todo”, e não a
Lula ou ao STF. “Eu estava me referindo ao sistema como um todo. O sistema é
uma coisa mais ampla. Sou um cara que importuna o sistema, querendo ou não”,
afirmou.
“Vocês estão acompanhando nas redes sociais o
que aconteceu naquela tentativa de assassinato de Donald Trump. O Serviço
Secreto foi negligente. Quando eu retornei ao Brasil, pela Presidência tinha
direito a dois carros blindados, e Lula pessoalmente me retirou esses dois
carros blindados. Eu tenho direito a oito funcionários. Os quatro que
trabalhavam na minha segurança, por medidas cautelares, me tiraram. Até mesmo
meu filho, o 02 [Carlos Bolsonaro], teve seu porte de arma negado pela Polícia
Federal. Eles querem facilitar. Eles não querem mais me prender. Eles querem
que eu seja executado. Não posso pensar em outra coisa”, afirmou o
ex-presidente em Caxias do Sul.
Na mesma entrevista de ontem, Bolsonaro alegou
que Fabiano Feltrin, prefeito de Farroupilha (RS), não mostrou uma guilhotina
ao ministro do STF Alexandre de Moraes. “Ele [Feltrin] usou um negócio para
prender os caras, colocar os prisioneiros. Espero que não façam maldade com ele
[Feltrin]”, disse, referindo-se a uma eventual abertura de investigação contra
o prefeito em virtude de sua fala.
Gazeta Brasil

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