Portaria foi publicada nesta
quarta-feira; pasta também confirmou o envio de homens para ajudar no combate a
incêndios no AM
O Ministério da Justiça e Segurança Pública prorrogou
a permanência da Força Nacional no estado do Rio de Janeiro por mais três
meses. A portaria, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (5),
esclarece que o batalhão deve apoiar forças de segurança locais para garantir a
preservação da ordem pública e da segurança das pessoas e do patrimônio. “O
contingente a ser disponibilizado obedecerá ao planejamento definido pela
Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública, da Secretaria Nacional de
Segurança Pública”, especifica a publicação. Além disso, pasta confirmou o
envio de homens para ajudar no combate a incêndios florestais no estado do
Amazonas.
A Força Nacional foi criada em
2004 e é formada por policiais militares, bombeiros militares, policiais civis
(delegados, agentes e escrivães) e peritos. Ela não faz parte das Forças
Armadas, e o envio dos integrantes deve ser solicitado por governadores de
estado ou ministros do governo federal para apoiar o órgão ou um ente estadual
ou um ente federal.
As equipes da Força Nacional
atuam no Rio de Janeiro desde outubro do ano passado junto à Polícia Rodoviária
Federal, principalmente em áreas metropolitanas da cidade do Rio. O principal
objetivo é o patrulhamento de rodovias para impedir a circulação de cargas e
veículos roubados, além de coibir o tráfico de drogas e armas.
Incêndios florestais
O ministro Ricardo Lewandowski
também assinou a portaria que autoriza o envio de homens para combater os
incêndios florestais em cinco municípios do Amazonas: Humaitá, Apuí, Boca do
Acre, Lábrea e Manicoré.
Mapa indica os focos de calor no
estado do Amazonas(REPRODUÇÃO/GOVERNO DO AMAZONAS)
Segundo dados do estado, existem
409 focos de calor na região, um aumento de 129,78% em comparação com o ano
passado. Somente em áreas prioritárias, as ocorrências ficam em 202. Os dados
são de janeiro até o último domingo (2).
Ao longo deste ano, o mês de
janeiro registrou o maior número de focos de incêndio, com 160. Em comparação a
2023, o índice representa um aumento de 321%.
Do R7

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