Durante o ano de 2023, um número significativo de servidores públicos federais, totalizando mais de 600 mil, se afastou temporariamente do trabalho. Os motivos predominantes para esses afastamentos foram questões de saúde, seguidos por atividades de capacitação. Dentre os órgãos afetados, o Ministério da Saúde foi o mais impactado, enquanto o cargo com maior número de licenças temporárias foi o de professor do magistério superior.
Atualmente, o Brasil conta com
aproximadamente 1.267.228 servidores públicos federais, com uma distribuição
por gênero de 40,5% de mulheres e 59,5% de homens. A maioria desses servidores
está localizada na região do Centro-Oeste, onde se encontra a capital Brasília.
As demais regiões do país também possuem uma representatividade significativa
de servidores públicos federais.
Dentre esses servidores, cerca de
46,66% estão em atividade, enquanto 34,46% já se encontram aposentados e 18,87%
são beneficiários de pensões originárias de servidores falecidos. A maioria dos
servidores é composta por civis, havendo também uma parcela representativa de
militares e de funcionários contratados temporariamente.
Durante o ano de 2023, mais de
630 mil servidores públicos federais foram afastados de suas funções, com a
maioria continuando a receber salário durante esse período. Os principais motivos
para esses afastamentos foram razões de saúde, seguidas por atividades de
capacitação e outros motivos pessoais.
Em termos absolutos, os órgãos
mais afetados pelos afastamentos foram o Ministério da Saúde, a Polícia Rodoviária
Federal, a Polícia Federal e o Instituto Nacional do Seguro Social. Quanto aos
cargos, os de professor do magistério superior, professor de ensino básico
tecnológico e assistente em administração foram os mais impactados pelos
afastamentos temporários.
Para suprir a demanda de
servidores federais, o governo lançou um concurso público nacional unificado,
oferecendo vagas em diversos órgãos e entidades federais. O concurso recebeu
mais de 2 milhões de inscrições, com uma gama diversificada de salários iniciais,
variando de acordo com o cargo.
A ministra Esther Dweck destacou
a necessidade de recompor o quadro de servidores federais, especialmente em
áreas prioritárias como educação, saúde e previdência social. Segundo dados da
Fundação Cesgranrio, a maioria dos candidatos ao concurso público nacional
unificado encontra-se na faixa etária entre 25 e 34 anos, com uma leve
predominância feminina.
Em relação aos salários, o
governo está avaliando possíveis ajustes na proposta de reajuste salarial para
os servidores federais, visando garantir um aumento acima da inflação durante a
gestão do presidente Lula. A proposta inicial previa um reajuste de 9% ao longo
de quatro anos, com possibilidade de acréscimo para alcançar um aumento total
de 19%.
Gazeta Brasil

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