A taxa
de desemprego no Brasil subiu pelo
terceiro mês seguido e chegou a 7,9% no trimestre encerrado em março. Os dados
são da Pnad
Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada
nesta terça-feira (30) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística). O rendimento médio cresceu 1,5% no trimestre e 4% no ano
alcançando R$ 3.123. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (30) pelo IBGE
(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A pesquisa mostra que 8,6 milhões
de brasileiros não ocupam uma vaga de trabalho. O número de brasileiros
desempregados cresceu 6,7% (mais 542 mil pessoas) no trimestre e recuou 8,6%
(menos 808 mil pessoas) no ano.
O número de brasileiros
empregados caiu 0,8% no trimestre indo para 100,2 milhões, com menos 782 mil
pessoas, e cresceu 2,4% aumentando em 2,4 milhões de pessoas no ano. O
percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar foi a 57%,
recuando frente ao trimestre móvel anterior (57,6%) e subindo 0,9 na comparação
anual 56,1%.
O número de empregados com carteira
de trabalho no setor privado foi a 37,984 milhões, mantendo-se estável no
trimestre e crescendo 3,5% (mais 1,3 milhão) no ano. Já o número de empregados
sem carteira no setor privado (13,4 milhões) ficou estável no trimestre e
cresceu 4,5% (mais 581 mil pessoas) no ano.
O número de trabalhadores por
conta própria (25,4 milhões de pessoas) ficou estável em ambas as comparações,
assim como o número de empregadores (4,1 milhões de pessoas). Já os
trabalhadores domésticos somam 5,9 milhões, número que caiu 2,3%, com menos 141
mil pessoas no trimestre.
A taxa de informalidade foi de
38,9% da população ocupada, 38,9 milhões de trabalhadores informais, contra
39,1 % no trimestre anterior e 39 % no mesmo trimestre móvel de 2023.
Carlos Eduardo Bafutto, do R7,
em Brasília

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