Esta foto tirada do sul de Israel, perto da fronteira com a Faixa de Gaza, mostra um foguete sendo disparado de dentro de Gaza em direção a Israel, enquanto as batalhas recomeçavam entre as forças israelenses e os militantes do Hamas, em 1º de dezembro de 2023. Uma trégua temporária entre Israel e o Hamas expirou em 1 de dezembro, com o exército israelita a dizer que as operações de combate tinham sido retomadas, acusando o Hamas de violar a pausa operacional. JACK GUEZ/AFP
Porta-voz do Exército israelense disse que Marwan Issa foi eliminado em um bombardeio há duas semanas
O Exército israelense confirmou
nesta terça-feira (26) que eliminou matou Marwan Issa, o número 2 do braço
armado do movimento islamista palestino Hamas, em um bombardeio na Faixa de
Gaza. “Issa foi eliminado em um bombardeio há duas semanas”, indicou o
porta-voz do Exército, Daniel Hagari, confirmando uma informação já difundida
pela Casa Branca na semana passada. O dirigente islamista foi “um dos
organizadores do massacre de 7 de outubro”, cometido por milicianos no sul de
Israel, e foi “eliminado em um bombardeio complexo e preciso efetuado pela
aeronáutica, com base em informações do Exército e do Shin Beth”, o serviço de
inteligência interna de Israel, segundo Hagari.
O assessor de Segurança Nacional
dos Estados Unidos, Jake Sullivan, havia dado essa informação em 18 de
março. Em 11 de março, o Exército israelense afirmou que Issa foi o alvo
de um ataque aéreo contra um complexo subterrâneo no centro da Faixa de Gaza.
Issa era o colaborador adjunto de Mohamed Deif, líder do braço armado do Hamas,
as Brigadas Ezzedine al Qassam, indicou Hagari à época.
Nesta terça, ao menos 12 pessoas
morreram, incluíndo crianças, após um bombardeio israelense. Segundo o Hamas,
as vítimas estavam s em uma barraca de campanha que abrigava uma família de
deslocados em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza. O bombardeio
atingiu a tenda da família Al Madhun, no oeste da cidade de Khan Yunis, onde
muitos habitantes do norte de Gaza tiveram que se deslocar devido aos combates.
A área de Al Mawasi, na costa, abriga milhares de tendas improvisadas, com
muitas pessoas que fugiram da zona do hospital Al Shifa, na Cidade de Gaza,
onde há combates desde 18 de março.
Por Jovem Pan
*Com informações da AFP

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