Crise diplomática começou após
presidente brasileiro criticar a operação do exército israelense em Gaza
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT),
foi mencionado em um perfil do governo de Israel no X (antigo
Twitter), que afirmou que o presidente brasileiro nega o Holocausto. A postagem
foi feita nesta terça-feira, 20, e é mais uma repercussão das declarações de
Lula sobre as ações de Israel na Faixa de Gaza, comparando-as ao extermínio de
judeus por Adolf Hitler. O perfil, mantido pelo Ministério das Relações
Exteriores israelense, compartilhou uma publicação de uma bandeira do Brasil,
sem nada a ver com a polêmica, que questionava: “O que vem à sua mente
quando pensa no Brasil?” Em seguida, o perfil fez um comentário provocativo
sobre Lula e o Holocausto.
Durante uma entrevista ao
programa “Roda Viva” na noite de segunda-feira, 19, o ministro das Relações
Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou que as declarações de Lula não foram
direcionadas ao povo judeu, mas, sim, ao governo do primeiro-ministro Benjamin
Netanyahu. O petista tem sido crítico das ações de Israel em Gaza diante do
conflito com o grupo terrorista Hamas. Em uma coletiva de imprensa na Etiópia,
no domingo, 19, o presidente brasileiro fez um paralelo entre a morte de
palestinos e o extermínio de judeus durante o regime nazista. Essas declarações
foram prontamente repudiadas por Netanyahu, que afirmou que Lula havia
“atravessado uma linha vermelha” com seus comentários. O brasileiro se tornou
“persona non grata” no país.
Veja a publicação do governo
israelense:
Por Jovem Pan
*Reportagem produzida com auxílio
de IA

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