Plano Nacional de Educação (PNE) pode seguir modelo soviético de doutrinação
O sucesso absoluto da aplicação
da teoria do filósofo comunista Antonio Gramsci (1891-1937) na educação
brasileira pode ser facilmente comprovado ao observarmos os números. A união
nefasta entre as ideias malignas de Gramsci, as propostas pedagógicas imbecis
de Paulo Freire, herói dos lulistas, e uma mescla que vai de Marx ao globalismo
moderno, não apenas atrasou, mas afundou o Brasil nos porões dos rankings
globais de educação. Em outras palavras, a estratégia de emburrecimento em
massa se mostrou eficaz, cumprindo seu objetivo com louvor.
O resultado? Gerações de
estudantes conduzidos a níveis inéditos de alienação, lançados em um precipício
intelectual sem precedentes. Universidades, em vez de forjar profissionais
brilhantes, tornaram-se fábricas de medíocres, formando indivíduos incapazes de
atingir seu pleno potencial. São adultos mergulhados em uma perpetuada
infantilização, desprovidos da habilidade crítica para discernir, transformados
em analfabetos funcionais formados na militância comunista. Jovens incapazes de
formular pensamentos independentes, que nutrem uma verdadeira aversão ao
conhecimento e são conduzidos à obsessão pela vitimização sem que percebam.
Se você está perplexo com essa
breve descrição e pensa que atingimos o fundo do poço, lamento informar que a
situação pode piorar consideravelmente.
Jamais imaginei, nem por um
momento, que a militância ideologicamente alinhada a Luiz Inácio Lula da Silva
estaria satisfeita com a atual situação. Apesar de exercerem domínio no cenário
cultural ao longo de décadas, testemunharam parte do seu poder de manipulação
psicológica escorrer pelos dedos com a rápida ascensão das redes sociais. Mesmo
com a grande mídia amplamente controlada pela esquerda, que tornava
praticamente impossível desmontar as narrativas progressistas em larga escala,
dado que o que era transmitido na TV era automaticamente considerado verdade
pela maioria esmagadora do público.
Com a chegada das redes sociais,
indivíduos comuns e jornalistas independentes conseguiram conquistar uma
visibilidade semelhante àquela que anteriormente seria reservada exclusivamente
aos veículos tradicionais. Este fenômeno possibilitou a disseminação de ideias
conservadoras que jamais teriam espaço nos canais de televisão ou jornais
impressos. Surgiu, assim, a principal concorrente da esquerda contemporânea: a
liberdade de expressão no ambiente virtual.
Conferência Nacional da Educação vira comício comunista e tem até venda de bandeira do grupo terrorista Hamas na porta
O sistema agiu de maneira
coordenada para corrigir as falhas e evitar esse “desvio de curso” –
principalmente após a eleição de Bolsonaro, que parece ter sido um descuido.
Enquanto a toga agia desesperadamente para conter o avanço conservador
impulsionado por Olavo de Carvalho, eliminando perfis nas redes sociais,
censurando e prendendo opositores, os comparsas do ex-metalúrgico já estavam
organizados para tentar saturar o Plano Nacional de Educação (PNE) com a mais
pura sujeira ideológica marxista. Insaciáveis pelos estragos já causados pela
politização do ensino ao longo das últimas décadas, militantes de diversas
áreas estão reunidos na Conferência Nacional de Educação (CONAE), que vai
servir de base para o PNE pelos próximos dez anos, com o objetivo de despejar
um dilúvio de lixo da agenda esquerdista para ser empurrado goela abaixo das
crianças em todo o país.
É uma ditadura
psicopedagógica que tira dos alunos as ferramentas para autonomia
intelectual e impõe a eles valores, atitudes e comportamentos por meio de
manipulação psicológica”, jornalista Luís Ernesto Lacombe sobre
a Conae.
CONAE.
— Karly🇧🇷 (@anelliroque) January 30, 2024
ATENÇÃO PARA A BANDEIRA DO HAMAS. pic.twitter.com/t2ynvCW3Wg
Com a mordaça total nas redes
sociais, o esfacelamento da mídia independente e o avanço desenfreado da
doutrinação marxista em escolas e universidades, não há dúvidas: o exército de
imbecis no Brasil está prestes a explodir de maneira vertiginosa nos próximos
anos.
Lula ovacionado, presença do
MST, CUT e entidades LGBT
A Conferência Nacional de Educação (Conae), edição 2024, foi convocada em caráter extraordinário por Lula por meio do Decreto Presidencial nº 11.697/2023/2023. Estão sendo discutidas as diretrizes que vão nortear a educação brasileira até o ano de 2034. O site do Governo Federal, afirma que a CONAE é uma Política de Estado para garantia da educação como “direito humano com justiça social e desenvolvimento socioambiental sustentável”.
Ou simplesmente uma ferramenta
potente de doutrinação nas mãos do petismo e seus tentáculos ideológicos.
Esta turma desenvolverá o plano nacional de educação para seu filho.
— Rafael Gloves (@rafaelgloves) January 29, 2024
Boa sorte. 👍pic.twitter.com/OuFr4EqifA
Iniciando em 28 de janeiro e
finalizando nesta terça-feira (30), a abertura da conferência foi um circo de
horrores com a presença dos mais variados movimentos sociais, sindicalistas,
profissionais da educação e militantes de partidos comunistas. O ápice? A
participação do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não deixou
passar a chance de despejar um discurso politiqueiro para sua claque na
plateia.
Sob os aplausos da plateia vestida de vermelho, a prefeita de Juiz de Fora
(MG), Margarida Salomão, fez um discurso inflamado na abertura do evento,
proclamando que a presença de todos ali seria um “gol de placa contra o atraso,
contra os negacionistas e contra aqueles que renegam Paulo Freire”.
E as investidas não param por aí!
Em uma entrevista ao blog esquerdista “Mídia Ninja”, a coordenadora do projeto
“Gênero e Educação da Ação Educativa e membro da Articulação contra o
Ultraconservadorismo na Educação” (o que quer que isso signifique exatamente)
enfatizou que a CONAE representaria uma oportunidade para impulsionar agendas
relacionadas a gênero na educação. “É fundamental refletir sobre as violências
machistas, aquelas baseadas em gênero. Precisamos abordar a exclusão de
estudantes LGBTQIA+, especialmente de estudantes ‘trans’, nas
escolas, devido a situações de violência e discriminações”, declarou.
No site do
Partido Comunista do Brasil (PCdoB), estão listados os principais pontos
defendidos pelos comunistas, visando influenciar as diretrizes da educação para
a próxima década. Esses tópicos vão desde assumir o controle da educação
privada até enfrentar o que chamam de “extrema direita” (leia-se
conservadores), passando por ampliar a influência de movimentos sociais
comunistas dentro de escolas e universidades.
O PCdoB, que celebrou
publicamente o genocida Vladimir Lênin pelos 150 anos de seu nascimento,
destaca-se como um dos partidos mais ativos no Brasil quando o tema é educação,
ou melhor dizendo, a ausência dela. Eles foram uns dos oponentes mais ferrenhos
do já finado Escola Sem Partido, um projeto abandonado pelo governo anterior
que buscava conter a doutrinação comunista nas salas de aula.
Com a ‘morte’ do Escola Sem
Partido e sem qualquer mecanismo que proteja os estudantes, os professores
continuam com carta branca para propagar o que bem entendem, muitos deles por
influências políticas de partidos, movimentos, ONGs, sindicatos e, acima de
tudo, manipulados por ideias insidiosas como as de Karl Marx.
Diariamente, crianças e
adolescentes em escolas de todo o país são submetidos à imposição de uma
perspectiva distorcida do mundo, discursos ideologicamente enviesados e, em
muitos casos, desrespeitosos, agressivos e manipuladores. Alunos cristãos
frequentemente se tornam as vítimas mais impactadas pelo ambiente tóxico de uma
sala de aula dominada por um professor militante.
Para finalizar com um toque “triunfal”, no encerramento do evento, a Central
Única dos Trabalhadores (CUT) divulgou um vídeo afirmando que a Conferência
terminou com progressos. Pausa para reflexão sobre o que exatamente os
militantes da CUT interpretam como “avanços”. Conseguem imaginar as
expectativas por trás desse termo? Pois é.
De Fernanda Salles/Gazeta Brasil





0 comentários:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!