Neste domingo (24), Whindersson Nunes utilizou um vídeo de 10 minutos para desmentir, mais uma vez, qualquer envolvimento com Jéssica Vitória Canedo, a jovem de 22 anos que tirou a própria vida após a disseminação de uma notícia falsa gerar uma onda de ódio nas redes sociais.”[Quero] Iniciar um movimento para ver se contribui para a gente criar uma lei chamada Jéssica Vitória, para aprimorar a legislação brasileira nesse negócio que está acontecendo agora que é esse jornalismo não oficial, que isso é muito perigoso”, disse o influenciador.
Ele criticou a página Choquei por
ter exposto o caso sem mentiroso sem apuração, mas também pediu para não haver
uma onda de ódio o administrador da página.
“Em memória de Jessica Vitória…”,
escreveu ele na legenda do vídeo, no qual explicou o motivo de não ter se
pronunciado antes de a jovem tentar algo contra a própria vida diante da
repercussão do incidente.
“Só tenho como contar o meu lado
da história, que é o que aconteceu do lado de cá. Vocês devem ter visto uma
notícia que envolvi umas conversas, que supostamente eu tinha tido com uma
menina de Minas Gerais, chamada Jessica. Não era verdade e acabou que essa
menina, depois de uns dias da fofoca, deu um fim na própria vida”, iniciou.
“Do meu lado foi que uma página
de fofoca mandou uma mensagem minha falando que estava mandando uns prints de
umas conversas minhas, mas que não ia postar porque não parecia ser eu nas
conversas. Perguntou se queria que mandasse para mim. Perguntei quem era a
pessoa e falaram que era a Jessica. Como se eu conhecesse alguma Jessica. Eram
dois caras mandando para site de fofoca falando: ‘Você viu que vazou o
Whindersson conversando com uma menina?’. Não sei o porquê o pessoal gosta de
construir uma novela e colocar você como personagem. Dá muito engajamento”,
continuou.
“Não conhecia a Jéssica,
não sabia quem ela era, nunca tinha visto ela na minha vida. Não sabia se ela
tava participando ou não, mas também não acusei. Então, quando eu vi a notícia,
já voltei e disse que não conhecia ela, que essa era uma conversa fake, já pra
desmentir e deixei quieto, porque eu deixo tudo quieto. Se eu fosse falar
qualquer coisa que passei com mulher na minha vida, como eu sei que as pessoas
são cruéis, eu sei que elas vão detonar a pessoa. Então, eu prefiro engolir”,
prosseguiu.
“Prefiro ser o cara que não
defendeu na hora que eu tinha que defender. Eu prefiro ser o cara que abandonou
a esposa porque perdeu um filho, e aparentemente, se não me der um filho,
parece que eu não amo a pessoa. Essas são coisas que leio, que eu sou
narcisista, que isso, que aquilo, mas prefiro não falar um A. Sei que se eu
falar um A, as pessoas vão fazer da vida das outras pessoas, que já estão
vivendo sua vida, um inferno e eu não quero isso”, disse.
“Eu pensei: ‘Meu Deus do céu,
pelo amor de Deus, que não comece a inventar que eu não tô falando sobre,
porque eu não quero falar, pra não ter culpa, porque eu só preciso de um tempo
pra poder pensar nisso, que isso é muito novo pra mim também, isso nunca
aconteceu comigo’. Aconteceu de tudo um pouco, eu posso afirmar, mas isso, com
certeza, nunca aconteceu”, disse.
“Quero falar com a mãe da
Jéssica. Eu sou um cara muito problemático, também tento há muito tempo dar
sentido à minha vida. Eu tento me curar de abuso psicológico, de abuso sexual
na infância. Tô me abrindo aqui de uma forma que eu só me abri pra pessoas que
eu me relacionei mesmo, mas pra nesse momento vulnerável aí da senhora eu me
mostrar a minha parte mais vulnerável também. Já passei de tudo um pouco na
vida, de todo tipo de coisa ruim, mas eu jamais incentivaria ninguém a tirar a
própria vida”, complementou.
“Sinto muito demais mesmo pela
senhora ter que passar uma coisa que eu passei por poucas horas com o meu
filho. Sei que eu não posso dizer, eu sei que eu não posso nem misturar o
tamanho disso, mas se eu puder de alguma forma ajudar, se eu puder de alguma
forma fazer com que essa dor diminua, eu tô aqui pra qualquer coisa”,
prosseguiu.
Whindersson Nunes terminou
o vídeo dizendo que está comprometido em acompanhar a apuração da polícia sobre
a morte da jovem e quer a criação de uma lei chamada “Jéssica Vitória”.
“Iniciar um movimento para ver se
contribui para a gente criar uma lei chamada Jéssica Vitória para aprimorar a
legislação brasileira nesse negócio que está acontecendo agora, que é esse
jornalismo não oficial. Que isso é muito perigoso. Tem gente que tem muito
seguidor e diz que não é uma coisa oficial, mas é uma coisa que impacta de
verdade”, disse.
“Tem que ser crime postar uma
conversa que duas pessoas não autorizaram. A não ser que seja uma exposição de
crime para denunciar alguma coisa, eu acho que não faz sentido uma conversa
privada entre duas pessoas. Por isso, é tão perigoso você não ir atrás da
verdade antes de mostrar, porque isso pode ser donoso”, continuou.
“Um abraço da mãe da
Jéssica e vamos atrás de ver o que a gente pode fazer para melhorar daqui para
frente, pelo menos a vida das pessoas nesse sentido. Se possível, um Feliz
Natal e Feliz Ano Novo aí para todo mundo”, complementou.

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