O ministro do Supremo Tribunal
Federal (STF), Cristiano Zanin, enviou à Justiça Eleitoral do Acre um pedido de
investigação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pela declaração sobre “fuzilar
a petralhada”.
Segundo a ação, na ocasião,
Bolsonaro fez um gesto de “fuzilamento”, ao utilizar um tripé de câmera de
vídeo como simulacro de arma de fogo, e disse: “Vamos fuzilar a
petralhada toda aqui do Acre. Vamos botar esses picaretas pra correr do Acre.
Já que eles gostam tanto da Venezuela, essa turma tem que ir pra lá. Só que lá
não tem nem mortadela, galera; vão ter que comer é capim mesmo”.
Zanin atendeu à Procuradoria-Geral
da República (PGR), que defendeu no STF o envio do caso às instâncias
inferiores.
O indicado de Lula assumiu a
relatoria do caso por ter sucedido Ricardo Lewandowski no STF.
Em sua decisão, Zanin afirmou
que, com o fim do mandato de Bolsonaro, houve a perda do foro privilegiado.
“Com o advento do término do
mandato de presidente da República, no qual se encontrava investido o
representado Jair Messias Bolsonaro, e não sendo ele reeleito para pleito
subsequente, houve a superveniente causa de cessação da competência
jurisdicional do Supremo Tribunal Federal”, disse o ministro do STF em
sua decisão.

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