Criança recebeu atendimento médico na tarde de quarta-feira (5). Ela passou por lavagem estomacal e passa bem.
A Polícia Civil de Maricá,
na Região Metropolitana do Rio, investiga uma suposta tentativa de homicídio
qualificado contra um bebê de 6 meses depois que a mãe relatou que a criança
ingeriu um líquido incolor, desconhecido, dado pelo pai biológico.
O caso foi registrado na 82ª
Delegacia de Polícia na tarde de quarta-feira (5) por agentes da Guarda
Municipal, que acompanharam o caso. A mãe deu entrada com o filho no Posto de
Saúde de Cordeirinho e contou aos agentes que viu o pai da criança jogar um
líquido incolor na boca do bebê.
A Polícia Civil informou que um
exame de corpo delito foi solicitado para identificar traços de envenenamento
na criança e disse que algumas pessoas serão ouvidas para o andamento das
investigações.
Até a última atualização desta
reportagem, que o pai da criança ainda não havia sido localizado pela polícia.
A mãe da criança contou aos
agentes da Guarda que o homem não aceita a criança e que possui uma ação de
reconhecimento de paternidade na justiça. Ela disse que ele foi visitar o bebê
e, no momento em que ela foi ao quarto, ele derramou o líquido na boca do
filho. Quando ela percebeu a ação, retirou a criança do colo do homem, que
teria lavado as mãos e ido embora rapidamente.
Do posto de saúde a criança foi
transferida para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal onde passou pelo
procedimento de lavagem estomacal, ficou em observação e foi liberada em
seguida.
Os guardas disseram que no posto
de saúde, a equipe disse que a criança chegou ativa, mas ficou sonolenta ao
longo do tempo. E, no hospital, o médico relatou que a criança passou pelo
processo de lavagem e não foram encontrados indícios de produto químico ou
similar, nem odor alterado.
Ainda segundo a Guarda, o médico
informou que não era possível realizar o exame toxicológico no hospital, mas
havia sintomas compatíveis com intoxicação e que a criança apresentava
alterações neurológicas.
A Prefeitura de Maricá também
emitiu nota sobre o atendimento médico prestado à criança, dizendo que ela
"deu entrada no Centro Pediátrico do Hospital Conde Modesto Leal com
suspeita de intoxicação medicamentosa. O paciente realizou lavagem gástrica,
permaneceu em observação e recebeu alta com a medicação indicada. Por conta do
relato da responsável de uma possível ingestão de substância desconhecida, o
serviço social acionou o Conselho Tutelar".
Por Bianca Chaboudet, g1 —
Maricá
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