Profissionais se reuniram
nesta terça-feira (13) na Praça Veríssimo de Melo. Greve deve continuar até a
quinta-feira (15).
Mais de dois mil professores da
rede municipal de ensino de Macaé, no
Norte Fluminense, se concentraram na Praça Veríssimo de Melo nesta terça-feira
(13), em uma manifestação que reivindica melhores condições salariais e de
trabalho. Os educadores saíram em passeata pelas ruas e avenidas do centro da
cidade, carregando faixas e cartazes de protesto, em direção à Prefeitura.
A decisão de realizar a
manifestação foi motivada por uma série de questões enfrentadas pelos
professores. Entre os motivos citados pela categoria estão o reajuste salarial
de apenas 6%, que não contemplaria as demandas dos profissionais, o Plano de
Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) desatualizado e perdas salariais
acumuladas em torno de 47%.
Além disso, os professores também
destacaram as condições precárias de muitas escolas, que prejudicam o
desenvolvimento dos alunos.
A greve foi anunciada pelo
Sindicato dos Professores de Macaé (SEPE) por meio de um ofício protocolado na
Prefeitura. Inicialmente, a paralisação está programada para ocorrer até a
quinta-feira (15).
No entanto, a Procuradoria da
Prefeitura recorreu com uma liminar judicial para suspender a manifestação.
Caso a decisão seja descumprida, segundo a liminar, os dias de paralisação
serão descontados em folha de pagamento dos servidores, além de uma multa
diária de R$ 100 mil para o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação.
Segundo informações do Sepe,
aproximadamente 40% dos professores aderiram à greve, porém, não há dados precisos
sobre o número de alunos impactados pela paralisação.
A categoria reforçou a
importância da valorização dos profissionais da educação e das condições
adequadas de trabalho para garantir a qualidade do ensino oferecido aos
estudantes. A manifestação é uma forma de expressar a insatisfação e buscar
soluções para essas questões.
A Prefeitura de Macaé foi
procurada para comentar sobre o assunto, mas até a última atualização desta
reportagem não se manifestou oficialmente.
Por g1 — Macaé

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