Uma das alunas do Colégio
Estadual Professora Helena Kolody, em Cambé (PR), relatou os momentos de pânico
vividos na manhã desta segunda-feira, 19. De acordo com a jovem, o
atirador, responsável por assassinar dois estudantes, fez séries
de ameaças ao invadir a escola, que fica no norte do Paraná.
“Ele falou assim: ‘Se não abrir
essa porta, vai todo mundo morrer aqui dentro'”, disse a jovem à emissora RPC,
afiliada à Rede Globo de Televisão no Paraná. “Estávamos
trancados na sala dos professores. A gente tentou sair correndo, mas aí, nisso,
ele apontou a arma para mim e para mais cinco amigas minhas e deu um tiro. Só
que a gente conseguiu sair”, contou a estudante, que, por ser menor de idade,
teve a identidade preservada pelo veículo de comunicação.
Para o canal de TV, a aluna do colégio público afirmou ainda que o assassino chegou a mirar em outras pessoas.
Diferentemente da jovem que
conversou com a RPC, o casal de estudantes Karoline Verri e Luan Augusto não
teve a mesma sorte. Os dois morreram depois de ser baleados pelo assassino, de
21 anos, que já estudou no local. Karoline morreu na escola. Atingido na
cabeça, Luan chegou a ser levado a um hospital da região, mas não resistiu.
O caso do atirador em escola
do Paraná
O atirador, que matou dois
estudantes em escola localizada em Cambé, no norte do Paraná, ainda não teve a identidade
revelada pelas autoridades responsáveis pelo caso.
De acordo com as informações repassadas
pela Polícia Militar paranaense ao site G1, o assassino seria ex-estudante do Colégio Estadual Professora
Helena Kolody. Dessa forma, ele entrou na escola e alegou que precisava
retirar o seu histórico na instituição. Depois, contudo, invadiu as salas e
começou a atirar. Antes da prisão, entretanto, matou dois alunos.
O governador do Paraná, Carlos
Massa Ratinho Júnior, decretou luto de três dias no Estado. “A violência do
brutal ataque em uma escola estadual em Cambé causa indignação e pesar”,
afirmou o governante, por meio de publicação no Twitter.
“Como governador e pai, a minha
solidariedade aos familiares neste momento de dor tão profunda”, afirmou
Ratinho Júnior. “O Paraná está em luto”, prosseguiu, antes de prometer: já
preso pelas forças policiais, o assassino será julgado e condenado pelo “crime
bárbaro que cometeu”.
REDAÇÃO OESTE

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