Inteligência dos Estados Unidos
conseguiu informações sobre a traição do Grupo Wagner contra o governo de
Vladimir Putin na Rússia. Na imagem, Joe Biden, presidente dos Estados Unidos |
Foto: Reprodução/Instagram/Potus
Os Estados Unidos sabiam que o
líder do Grupo Wagner, Yevgeniy Prigozhin, tinha planos de trair o presidente
da Rússia, Vladimir Putin. A informação foi divulgada pelo jornal
norte-americano The Washington Post, no domingo 25.
Segundo o jornal, esse plano
envolvia uma ação armada contra o núcleo central do Ministério da Defesa da
Rússia.
As autoridades de segurança
nacional dos EUA receberam indicações de que Prigozhin e o
Grupo Wagner estavam se preparando para uma ação militar contra os russos pelo
menos desde a quarta-feira 21.
Os Estados Unidos consideraram
a rebelião do Grupo Wagner como “alarmante”
Apesar disso, a ação de Prigozhin pegou de surpresa as autoridades
norte-americanas. O Pentágono desconhece o motivo da traição do líder Grupo
Wagner contra Putin. Os milicianos tentaram tomar o controle de um comando
militar e avançar com tanques em direção a Moscou, em 23 de junho.
O jornal New York Times informou
que Washington considerou a situação alarmante, porque se abriu a possibilidade
de um grande rival nuclear dos EUA entrar em crise.
A Inteligência dos EUA acompanhou
as tensões entre Prigozhin e os líderes do Ministério da Defesa da Rússia,
incluindo Sergei Shoigu, o ministro da Defesa.
O governo norte-americano também
interceptou conversas entre altos comandos militares russos, que, na ocasião,
debatiam formas de lidar com as constantes demandas de Prigozhin por mais
munição.
REDAÇÃO OESTE

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