A Guarda Costeira dos Estados
Unidos mantém o otimismo, mas a situação é considerada cada vez mais complicada
para os passageiros
A grande operação de busca do
submersível Titan, desaparecido no domingo, com cinco pessoas a bordo quando
seguia para a área dos destroços do Titanic, no Atlântico
Norte, entra nesta quinta-feira, 22, em uma fase crítica porque as reservas de
oxigênio podem acabar em algumas horas. A Guarda Costeira dos Estados Unidos mantém
o “otimismo”, mas a situação é considerada cada vez mais complicada para os
passageiros do pequeno submersível de águas profundas da empresa privada
OceanGate Expeditions, com oxigênio de emergência para 96 horas. O anúncio na
quarta-feira, 21, da detecção de ruídos subaquáticos por aviões P-3 canadenses
na área de busca aumentou as esperanças e orientou a equipe internacional de
resgate marítimo enviada ao local. “Não sabemos o que são os ruídos”, afirmou o
porta-voz da Guarda Costeira americana, o capitão Jamie Frederick.
A comunicação com o pequeno
submersível Titan foi perdida no domingo, quase duas horas depois de o
equipamento iniciar a descida em direção ao que restou do famoso transatlântico
Titanic, a quase 4.000 metros de profundidade e a cerca de 600 quilômetros de
Terra Nova, no Atlântico Norte. Viajam no submersível o bilionário e aviador
britânico Hamish Harding, presidente da empresa de jatos particulares Action
Aviation; o empresário paquistanês Shahzada Dawood, vice-presidente do
conglomerado Engro, e seu filho Suleman; o mergulhador francês Paul-Henri
Nargeolet, e Stockton Rush, CEO da OceanGate Expeditions, a companhia que opera
o Titan, que cobra US$ 250.000 (aproximadamente R$ 1,2 milhão) por turista.

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