Cerca de 10% do público do
Ostrascycle visitou pela primeira vez o Município e a motivação da maioria foi
a participação no evento
A mais recente edição do Encontro
Internacional de Motociclistas Ostrascycle teve um impacto positivo na economia
local, injetando 9,6 milhões em Rio das Ostras. Durante os quatro dias do
evento, a rede hoteleira da Cidade atingiu 98% de ocupação. Cerca de 10% do
público visitou pela primeira vez o Município e a motivação da maioria foi a
participação no Ostrascycle.
Segundo a pesquisa, a maior parte
do público elegeu os shows como principais atrações do evento. As motos que
circularam no Ostrascycle, a organização, a estrutura do local e o globo da
morte foram outros pontos altos citados. Os atrativos motivaram 98% dos
entrevistados a dizer que pretendem participar de outra edição do Encontro de
Motociclistas.
Com relação à natureza dos
gastos, a maior parte se concentrou na alimentação (26,7%), seguida de perto
por compras (26,4%), outras despesas no evento (24,2%) e hospedagem (22,6%).
Cerca de 40% dos entrevistados participaram pela primeira do Ostrascycle, que
chegou à sua 26ª edição.
A maioria dos entrevistados é do
sexo masculino (52,6%), casado ou com união estável (69,2%) e tem ensino
superior completo (46,9%). A faixa etária com mais participantes é entre 36 e
45 anos (28,5%), seguida por 46 a 55 anos (24,1%), 26 a 35 anos (21,9%), acima
de 56 anos (18,8%) e 18 a 25 anos (6,6%).
Sobre a renda familiar dos
entrevistados, foram apontados os seguintes resultados: 5 a 10 salários
(39,6%), 2 a 5 salários (32,3%), 10 a 20 salários (17,3%), até dois salários
(5,6%), acima de 20 salários (5,3%). A maioria é originária da cidade do Rio de
Janeiro e, na sequência, de Belo Horizonte e outros municípios mineiros, Região
Metropolitana, Região Serrana, Baixada Fluminense, Região dos Lagos, Norte
Fluminense e Espírito Santo.
Entre os meios de transporte
usados para chegar ao Ostrascycle se destacou a moto (57,1%), seguida por carro
próprio (36,6%) e ônibus regular (4,4%). O principal meio de hospedagem dos
visitantes foi casa de amigos / parentes (43,6%) e, na sequência, vieram hotel
/ pousada (20%), casa própria de veraneio (12,8%), casa alugada (10,8%), AirBNB
(7,5%) e camping (5,3%).

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