Destróier americano teria
navegado em águas do Mar do Sul, reivindicadas por Pequim
As Forças Armadas da China
afirmaram ter “expulsado” um navio militar dos Estados Unidos do Mar do Sul,
reivindicado por Pequim, nesta quinta-feira, 23. O Departamento de Defesa dos
EUA nega ter entrado ilegalmente na região e a versão de que o navio de guerra
foi afastado do local.
O Comando do Exército Popular de
Libertação (EPL) informou que o USS Milius, um destróier com mísseis guiados, entrou em
águas próximas às ilhas Spratly. “O EPL organizou forças marítimas e aéreas
para rastrear e monitorar o navio de acordo com a lei” e ordenou que
abandonasse a região, afirmou o porta-voz Tian Junli.
A 7ª Frota da Marinha dos EUA,
responsável pelo navio, disse que não houve nem intrusão, nem expulsão. “Os EUA
vão continuar a voar, navegar e operar em qualquer lugar permitido pela lei
internacional”, informou em nota.
O USS Milius é um dos 70
destróieres da classe Arleigh Burke, o cavalo de força da Marinha americana,
capaz de disparar mísseis de cruzeiro e de defesa antiaérea. A China opera 42
navios semelhantes, com graus diferentes de sofisticação.
O episódio ocorre um dia depois
de o líder chinês, Xi Jinping, ter encerrado uma visita de três dias ao presidente
russo, Vladimir Putin.

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