O governo do presidente Lula, que
usou e abusou dos ataques contra a família Bolsonaro por suspeitas de
“rachadinha”, concedeu um cargo ao ex-deputado André Ceciliano (PT-RJ) no Palácio do Planalto. Em 2018, Ceciliano era presidente da
Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Na época, ele apareceu no
topo da lista de suspeitos em um suposto esquema de “rachadinha” na Assembleia.
O então deputado teria se
beneficiado de quase R$ 50 milhões, mas sempre negou as acusações. A
“rachadinha” consiste na exigência feita a assessores de entregarem parte de
seus salários de volta ao parlamentar. Apesar do escândalo, os inquéritos do
Ministério Público que apuravam a prática de Ceciliano e de outros
parlamentares acabaram arquivados, mas as investigações não foram encerradas.
No caso do deputado petista, a
Promotoria trabalha até o momento com a hipótese de que o dinheiro detectado
nas contas de seus assessores teria servido para quitar uma dívida com um
agiota que já tinha sido lotado no seu gabinete. As investigações sobre a origem
desconhecida do dinheiro correm em segredo de Justiça. A informação foi
publicada pela revista Veja, na sexta-feira 10.
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