A Beija-Flor de Nilópolis, uma
das mais tradicionais escolas de samba do Brasil, se rendeu ao progressismo e
ao comunismo.
Em seu desfile na Marquês de
Sapucaí, no Rio de Janeiro, a agremiação atacou o grito de Independência do
país e a bandeira nacional.
A escola de samba propôs no
enredo "Brava Gente!" deixar de lado o Grito do Ipiranga e eleger o
dia 2 de julho de 1823 como o dia da Independência do Brasil, ocorrido da
Bahia. É que, de acordo com alguns historiadores, nessa data teria havido uma
maior participação popular.
Bobagens à parte, as ideias
"vermelhas" da escola de samba, no entanto, não são novidades. Em
janeiro deste ano, a agremiação já havia convidado o grupo "Criola",
uma ONG que diz defender os direitos da mulher negra, para
"construir" uma nova bandeira para o Brasil. A Beija-Flor só não
detalhou quais itens, cores e frases seriam utilizados nesse novo símbolo
nacional.
Em outra ocasião, a escola de
samba também comentou nas redes sociais sobre o "genocídio e
etnocídio" dos povos indígenas e alegou que os europeus - em especial os
portugueses - foram brutais na colonização. A teoria foi usada para valorizar o
Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas, comemorado em 7 de fevereiro.
Se depender do quesito
"lacração", Beija-Flor de Nilópolis já ganhou o primeiro lugar neste
Carnaval.
Jornal da Cidade Online

0 comentários:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!