Segundo o vice-presidente, chegou
a hora da 'direita conservadora' se organizar para combater a 'esquerda
revolucionária'
O senador eleito Hamilton
Mourão (Republicanos-RS), vice-presidente da República, criticou nesta
quinta-feira, 24, a decisão do ministro Alexandre de Moraes, presidente do
Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que multou em quase R$ 23 milhões a coligação Pelo Bem do
Brasil, do presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Vive-se hoje, nacionalmente, uma
polêmica justificada em função da questão das urnas eletrônicas e das ações
contundentes e exacerbadas do TSE”, escreveu Mourão, no Twitter. “O recente
recurso do PL, protocolado mais de 20 dias depois da proclamação oficial das
eleições, não dá ao TSE o direito de rejeitá-lo peremptoriamente e extrapolar,
mais uma vez, por intermédio de uma multa absurda e inclusão dos demandantes em
inquérito notadamente ilegal.”
O senador eleito ainda citou a
reunião de Moraes com 24 comandantes das polícias militares para discutir um
balanço das operações nas eleições. Ontem, o presidente do TSE recebeu os líderes, mas três
ignoraram o convite. “A reunião materializa o ápice do autoritarismo e
fere de morte o Pacto Federativo”, redigiu. Mourão afirmou ainda que “é hora de
a direita conservadora se organizar para combater a esquerda revolucionária”.
Por fim, Mourão afirmou que
chegou a hora de a “direita conservadora” se organizar para combater a
“esquerda revolucionária”. “É necessário reagir com firmeza, prudência e
conhecimento, dentro dos ditames democráticos e restabelecer o Estado
Democrático de Direito no Brasil”, concluiu.

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