Movimentação acontece pouco antes
de um encontro entre Xi e Biden.
Pequim apresentou um míssil
hipersônico “matador de porta-aviões” e um drone de ataque com capacidade
intercontinental em seu principal evento aeroespacial, o Airshow China, em
Zhuhai, cidade costeira no sul chinês.
A ideia é atrair clientes
estrangeiros para os produtos, mas também mostrar aos Estados Unidos que o
governo comunista está preparado para embates futuros, especialmente em
assuntos relacionados à Ilha de Taiwan.
A exposição, inclusive, ocorre às
vésperas do encontro do G20, que reúne as maiores economias globais.
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Além disso, a feira chinesa
ocorre ao mesmo tempo em que EUA, Japão, Índia e Austrália, que formam o grupo
anti-China Quad, fazem exercícios navais junto à costa japonesa.
Ainda durante a performance,
Pequim propagou outros dispositivos do setor militar, como os caças furtivos
J-20 e o cargueiro quadrimotor Y-20, além de confirmar centenas de encomendas
domésticas para o primeiro avião comercial de grande porte do país, o Comac
C919, que será concorrente do Boeing 737 e do Airbus A320.

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