- Queremos avançar no desenvolvimento do nosso estado de maneira sustentável,
consistente e responsável. Para isso, trabalhamos em políticas de incentivo
como essa, que estimulam a melhoria da eficiência energética e trazem inúmeros
benefícios para a população, tanto ambientais quanto sociais, como energia de
boa qualidade, significativa economia na conta de luz, novos empregos e redução
dos impactos ao meio ambiente – destaca o governador Cláudio Castro.
Entre os projetos que poderão receber investimentos estão geração de energia
elétrica com fontes renováveis, tais como hidráulica, solar, eólica e biomassa;
eficiência energética em prédios públicos e em monumentos de interesse
turístico, mantidos por entidades sem fins lucrativos; iluminação pública;
estudos sobre inovação no setor energético.
Há duas modalidades de compensação energética: a direta e a indireta. Na
primeira, o empreendedor deve apresentar à Secretaria Estadual de
Desenvolvimento Econômico o projeto de desenvolvimento de energias renováveis e
eficiência energética, a ser executado com seus próprios recursos. Na segunda,
o empreendedor poderá se valer do Mecanismo para Conservação da Biodiversidade
(Fundo da Mata Atlântica – FMA) e da Lei Estadual nº 6.572/2013, que dispõe
sobre a compensação devida por atividade de significativo impacto ambiental no
Estado do Rio de Janeiro.
– Trata-se de um instrumento que vai proporcionar avanços socioambientais, já
que envolve fontes renováveis e prevê, por exemplo, projetos sobre inovação no
setor energético – ressalta o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia
e Relações Internacionais, Cássio Coelho.
O secretário estadual do Ambiente e Sustentabilidade, José Ricardo Brito,
também comentou a resolução:
– Este é um novo e importante passo do Governo do Estado para disseminar e
ancorar, entre os atores da cadeia produtiva, conceitos de eficiência
energética, de geração de energia limpa e, sobretudo, de desenvolvimento
econômico e sustentável por meio de fontes renováveis.
Empresas beneficiadas por isenção fiscal na aquisição de gás natural terão que investir em eficiência energética no Estado do Rio
As empresas beneficiadas com isenção fiscal na aquisição de gás natural terão
que investir, em contrapartida, no desenvolvimento de projetos de geração de
energias renováveis e eficiência energética no Estado do Rio de Janeiro. A
determinação é uma resolução conjunta das secretarias de Desenvolvimento
Econômico, Energia e Relações Internacionais e do Ambiente e Sustentabilidade,
e do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), publicada no Diário Oficial do
estado nesta terça-feira (25/10).

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