Empresário deve assumir o comando
da empresa neste mês
O bilionário Elon Musk pretende
demitir 75% dos funcionários do Twitter, reduzindo o quadro de empregados para
2 mil, informou o jornal The Washington Post nesta sexta-feira, 21, que
teve acesso a documentos sobre conversas entre o empresário e investidores que
o ajudarão a comprar a big tech. Musk ainda não se posicionou
oficialmente sobre a notícia.
De acordo com Washington
Post, os cortes não só afetariam funcionários, mas também a infraestrutura
da empresa, especificamente os centros de dados que permitem o funcionamento da
rede, que é consultada por mais de 200 milhões de usuários por dia.
Os cortes já estariam previstos.
Por isso, a rede social tenta vender a plataforma quanto antes, deixando as
decisões mais difíceis para o próximo proprietário.
Espera-se que Musk tome posse do
Twitter em 28 de outubro deste ano.
A ideia de adquirir Elon Musk de
comprar o Twitter começou em uma enquete promovida pelo bilionário
em sua página oficial na plataforma, no começo do ano. “O Twitter adere
rigorosamente ao princípio de que a liberdade de expressão é essencial para uma
democracia funcional?” Resultado: 70% dos votos foram “não”, contra 29% “sim”.
Dez dias depois, o bilionário comprou pouco mais de 9% das ações da big
tech por US$ 3 bilhões, tornando-se o maior acionista da empresa. Com
o anúncio, as ações do Twitter valorizaram 23%.
Logo surgiram as reações para
evitar que Musk tivesse o controle da rede. Surgiu inclusive a proposta de uma
“pílula venenosa”, um mecanismo corporativo para brecar o empresário em suas
intenções.

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