A Secretaria de Saúde está
elaborando projetos para desenvolver linhas de cuidados para diferentes áreas,
como saúde mental, saúde da mulher e saúde da criança e vai incluir a saúde do
autista v
Com objetivo de obter apoio para criação da Clínica Escola do Autista, o
secretário municipal de Educação, Ciência e Tecnologia, Marcelo Feres, promoveu
reunião com o secretário municipal de saúde, Paulo Hirano, nesta terça-feira
(16). Participaram do encontro, que aconteceu na Secretaria de Saúde, a
assessora técnica da Educação, Catia Mello, e a diretora de Auditoria, Controle
e Avaliação da Saúde, Bruna Araújo.
“Com apoio da deputada federal
Clarissa Garotinho e do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos
(MMFDH), a Clínica Escola do Autista será construída com recursos do orçamento
da União e emendas parlamentares, visando ofertar serviços para o desenvolvimento
neuromotor desse público. Ações conjuntas para o atendimento a crianças
portadoras do Transtorno do Espectro Autista (TEA) serão desenvolvidas pelas
duas secretarias, a fim de garantir um diagnóstico precoce, visando a um
tratamento eficaz e favorecendo, com isso, o processo de
ensino-aprendizagem", explicou Feres.
Hirano destacou que a Secretaria
de Saúde está elaborando projetos para desenvolver linhas de cuidados para
diferentes áreas, como saúde mental, saúde da mulher e saúde da criança, e que
vai incluir a saúde do autista.
"Nossa obrigação é
identificar, precocemente, com o corpo técnico, os possíveis casos de TEA.
Vamos ajudar a criar uma estrutura que ofereça todas as ferramentas e
possibilidades de diagnóstico a fim de garantir aos autistas um melhor convívio
social e escolar. O prefeito Wladimir Garotinho tem uma sensibilidade muita
grande nesta causa. Basta lembrar que, recentemente, ele sancionou sancionou a
Lei 9.135/22, que autoriza o município a promover termo de cessão de uso por 20
anos de uma área localizada entre as ruas Saldanha Marinho e João Guimarães
para a Associação de Pais de Pessoas Especiais do Norte e Noroeste do Rio de
Janeiro (Apape), entidade sem fins lucrativos, que atende a 352 usuários com
deficiência e suas famílias, dos quais 65% dentro do Transtorno de Espectro
Autista (TEA)", comentou Hirano.
Feres acrescentou que a ideia é
implantar uma política pública de qualidade, sustentável e eficaz, que não seja
interrompida ao longo dos anos. "A gente sonha alto. Queremos ofertar
terapias de alto nível e um diagnóstico mais rápido para auxiliarmos as
famílias, favorecendo o desenvolvimento e o estímulo das potencialidades dessas
crianças", disse.
Serão atendidas crianças não
somente de escolas públicas, mas também da rede privada. "Um equipamento
como esse só pode prosperar se somarmos forças, se a saúde e a educação
caminharem juntas. Queremos desenvolver um projeto inovador, que sirva de
referência para todo o país", completou o gestor da Educação.

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