Presidente também criticou a
ascensão da esquerda no Chile e na Colômbia
Durante um evento na Federação
Brasileira de Bancos (Febraban), em São Paulo (SP), o presidente Jair
Bolsonaro (PL) disse nesta segunda-feira, 8, que os banqueiros deveriam
julgá-lo por suas atitudes, e não assinar “cartinhas”. O chefe do Executivo se
referia ao manifesto elaborado pela Universidade de São Paulo e assinado por
banqueiros e políticos.
“Vocês têm que olhar na minha
cara, ver minhas ações e me julgar por aí. Não assinar cartinha, não vai
assinar cartinha”, disse Bolsonaro. “Alguém recontrataria empregado que roubou
sua empresa no passado? Penso que não. Alguns pensam que o canalha preso vai
voltar para não continuar o que estava fazendo.”
O presidente também criticou a
ascensão da esquerda no Chile e na Colômbia.
Além de citar a crise
econômica na Argentina. “Como banqueiros estão se sentindo na Argentina?”,
interpelou o chefe do Executivo. Bolsonaro ainda afirmou que nunca agiu contra
a democracia e que a “ditadura” não está no Poder Executivo.
Em sua defesa, o presidente
enfatizou a criação do auxílio emergencial, do Benefício Emergencial de
Manutenção do Emprego e da Renda e do Programa Nacional de Apoio às
Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. E também garantiu que seu governo é
formado por pessoas “quase santas”, com “raras exceções”.
“Me chamem de qualquer coisa, até
de incompetente. Agora, tenho caráter. Minha vida é vasculhada 24 horas e não
se acha nada”, afirmou Bolsonaro.
Também participaram do evento
Octavio de Lazari Junior, presidente do Bradesco; Milton Maluhy, CEO do Itaú
Unibanco; Roberto Sallouti, CEO BTG Pactual; Mário Leão, CEO do Santander
Brasil e Marcelo Marangon, CEO do Citibank.

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