Siglas desejam que partido pague
multa de R$ 1,5 milhão e de R$ 25 mil
O PT e a federação formada entre
o PCdoB e o PV acionaram, nesta segunda-feira, 25, o Tribunal Superior Eleitoral
(TSE) contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) e seu partido. A
justificativa é que, durante a confederação que oficializou a candidatura do
chefe do Executivo à reeleição, no domingo 24, a sigla e o presidente cometeram
propaganda eleitoral vedada e desinformação.
A relatora da ação é a ministra
Cármen Lúcia. As siglas informaram que a apresentação da dupla sertaneja Mateus
e Cristiano dentro do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, se configura como um
showmício, proibido pela lei eleitoral. A dupla é autora do jingle do
presidente, Capitão do Povo.
O PT pede que Bolsonaro e o PL
sejam condenados a pagar multa. A legenda afirma ainda que, ao citar
informações falsas contra o ex-presidente Lula (PT), que é adversário de
Bolsonaro na disputa pela Presidência, o presidente da República cometeu “uma
série de infrações à legislação eleitoral”. Para eles, o partido não poderia
ter usado a convenção como palanque eleitoral, pois, a propaganda eleitoral
está autorizada apenas depois de 5 de agosto.
Em outra ação protocolada hoje, o
PT e a federação acusam o PL de disseminar materiais com a música de campanha
em anúncios no YouTube, o que também violaria as regras de propaganda da
pré-campanha. Por esse motivo, as siglas pedem que o TSE derrube as propagandas
e aplique uma multa de quase R$ 1,5 milhão ao partido do presidente da
República. Procurado por esta reportagem, o PL informou que não vai se
manifestar sobre o assunto.

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