O PT foi o precursor da tática de
‘assassinato de reputações’ para proteger a sua própria.
Foi assim com Marina Silva,
Roseane Sarney e Aécio Neves; e sempre funcionou.
O que mudou então?
A diferença é que ao contrário de
todos os outros, o presidente Jair Bolsonaro nunca esteve junto, ocupou cargos
ou ‘foi parceiro’ do PT em nenhuma ação – republicana ou não. Então essa
‘poção’ não funciona com o capitão, por isso quando o PT ou seus acólitos na
grande imprensa tentam um ataque nesse sentido, a contragolpe é duríssimo.
A Polícia Civil investiga a
ligação do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que domina o
tráfico de drogas em São Paulo, com o transporte público da capital paulista.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, graças a um conjunto de informações
fornecido por um delator, a investigação apontou a participação da facção
criminosa PCC no transporte público paulistano, e a suposta ligação com o
vereador Senival Moura (PT), chegou à identidade dos suspeitos.
O delator foi o responsável por
indicar aos agentes todas as pessoas possivelmente envolvidas no homicídio do
ex-presidente da empresa, Adauto Soares Jorge, e integrantes de um suposto
esquema de lavagem de dinheiro que envolve a facção e a empresa de ônibus
Transunião, ligada ao vereador do PT.
Ainda de acordo com o veículo, o
homem, identificado nos documentos pelo codinome “Guilherme”, garantiu aos
policiais que o vereador foi figura central na trama que levou ao assassinato
de Adauto, em março de 2020. O jornal paulistano teve acesso ao depoimento do
delator, em que ele afirma que Senival Moura mantém ligação com o PCC desde o
final dos anos 1990 e que montou um esquema de lavagem de dinheiro para a
facção em contrapartida ao apoio recebido quando disputou sua primeira eleição,
no início dos anos 2000.
“Desta feita, as pessoas que o
sucederam no comando da cooperativa, e depois da empresa, sempre foram, em
verdade, seus ‘laranjas’ porque a última palavra sempre foi dele. Neste
contexto, Adauto era, sim, mais um dos ‘laranjas’ que ao longo do tempo se
postaram na condição de ‘representantes’ de Senival”, diz trecho do relatório
com a versão narrada pelo delator publicado pela Folha.
De acordo com a polícia e o
Ministério Público de São Paulo (MPSP), ao menos duas empresas de ônibus que
atuam na capital paulista, com contratos milionários com a Prefeitura de São
Paulo, são suspeitas de terem ligação com a quadrilha. Juntas, as empresas
investigadas transportam cerca de 840 mil passageiros por dia. Esse número
representa cerca de 12% de todos os usuários do sistema público da capital
diariamente.
A suspeita da polícia é que as
empresas de ônibus de São Paulo sejam usadas por membros do PCC para lavar
dinheiro.
Confira uma reportagem sobre o
caso:
Jornal da Cidade Online


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