Wei Fenghe
disse que os chineses buscam uma reunificação pacífica, mas pode haver 'outras
opções'
A China, por
meio do ministro da Defesa, Wei
Fenghe, afirmou que o país será reunificado, citando Taiwan. Segundo ele, os
chineses buscam uma reunificação pacífica, mas pode haver “outras opções”. A
declaração foi feita no domingo 12.
“A China
definitivamente realizará sua reunificação”, afirmou, em discurso na cúpula de
defesa da Ásia, realizada em Cingapura. “Aqueles que buscam a independência de
Taiwan na tentativa de dividir nosso país definitivamente não terão um bom
final.”
Taiwan é
governada de maneira independente desde o fim de uma guerra civil em 1949. A
China, no entanto, considera a ilha como parte do seu território, na forma de
uma província dissidente.
Fenghe declarou
ainda que a China não é um país agressor e disse que Pequim busca apenas paz e
estabilidade. Ele pediu aos Estados Unidos que “fortaleçam a solidariedade e se
oponham ao confronto e à divisão”.
No sábado 11, o
secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, disse que Washington fará sua parte para gerenciar as tensões com a China e
evitar conflitos. No entanto, ele declarou que o país está se tornando cada vez
mais agressivo na região. Austin falou que os Estados Unidos continuarão a
apoiar seus aliados, incluindo Taiwan.
O ministro da
Defesa disse que rejeita “as difamações, acusações e até ameaças dos EUA”
feitas no discurso do secretário de Defesa norte-americano.
“Pedimos ao
lado dos EUA que pare de difamar e restringir a China. Pare de interferir nos
assuntos internos. A relação bilateral não pode melhorar a menos que o lado dos
EUA possa fazer isso”, declarou.

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