Em algumas áreas do país, os
manifestantes também pedem a renúncia do presidente Pedro Castillo
Os protestos contra a alta da
inflação estão se espalhando pelo Peru. Na quarta-feira 6 o país viveu um dia
de saques e ataques a prédios públicos. A tensão se mantém em várias
regiões, inclusive onde o presidente Pedro Castillo foi
eleito com grande apoio popular.
O governo anunciou medidas para
atender às reivindicações dos manifestantes, liderados pelos setores
agropecuários e de transportes, que criticam o aumento dos preços dos
fertilizantes e dos combustíveis, mas isso não foi suficiente para suspender os
protestos no Peru.
Manifestações foram registradas
em várias regiões para criticar a alta dos preços, com uma inflação que subiu
1,5% em março, o índice mais alto em 26 anos.
Em algumas áreas, os grupos
também pediam a renúncia de Castillo, agravando uma crise política que já levou
o presidente a superar dois processos de destituição no Congresso.
Toque de recolher aumentou os
protestos
No começo da semana, o presidente
do país, Pedro Castillo, anunciou um toque de recolher para conter as manifestações,
no entanto, a medida teve o efeito oposto ao desejado pelo governo e provocou
um aumento das manifestações. Castillo acabou revogando o toque de recolher.
Apesar do recuo de Castillo,
manifestantes promoveram uma série de ataques a prédios públicos durante a
madrugada de ontem, inclusive contra as sedes do Congresso e da Corte Suprema.

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