Senador criticou relatório da PF
e disse que irmãos Miranda mostraram provas contra o presidente da República no
caso Covaxin
O senador Renan Calheiros (MDB-AL)
disse nesta segunda-feira, 31, que o delegado da Polícia Federal William
Tito Schuman Marinho “subverteu a lei” ao concluir que o presidente Jair Bolsonaro (PL)
não cometeu crime de prevaricação no caso Covaxin. “Um delegado da
PF subverteu a Lei ao afirmar que não é dever funcional do Presidente comunicar
crimes. Os irmãos Miranda mostraram provas contra Bolsonaro por prevaricação na
vacina da Covaxin. Esdrúxulo: o delegado confirma o crime, mas isenta a
obrigação de agir de Bolsonaro”, escreveu o parlamentar em sua conta do
Twitter. Renan Calheiros foi relator da CPI da Covid-19, que pediu a
investigação do presidente por suposta prevaricação na negociação da vacina
Covaxin.
Nesta segunda, a PF encaminhou um
relatório ao Supremo
Tribunal Federal (STF) em que conclui que Bolsonaro não cometeu o
crime. No documento, o delegado Marinho afirma que a comunicação de crimes a
órgãos de controle não é dever funcional do presidente da República. Segundo a
PF, caso o presidente tenha sido omisso, a conduta se aproximaria “mais de uma
ausência do cumprimento de um dever cívico, mas não de um desvio de um dever
funcional.” A corporação diz, no entanto, que “não há dúvidas” que o deputado
Luís Miranda informou o chefe do Executivo sobre supostas irregularidades na
compra da vacina.
Um delegado da PF subverteu a Lei ao afirmar que não é dever funcional do Presidente comunicar crimes. Os irmãos Miranda mostraram provas contra Bolsonaro por prevaricação na vacina da Covaxin.Esdrúxulo: o delegado confirma o crime, mas isenta a obrigação de agir de Bolsonaro.
— Renan Calheiros (@renancalheiros) January 31, 2022
Por Jovem Pan
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