Ação foi motivada pela falta do
presidente no depoimento sobre o vazamento de dados sigilosos de investigação
do TSE
O ministro Alexandre de Moraes,
do Supremo Tribunal Federal (STF),
determinou um prazo de 15 dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR)
se manifeste sobre a ausência do presidente Jair Bolsonaro (PL)
em depoimento. O mandatário deveria ter comparecido à oitiva marcada na semana
passada para esclarecer o vazamento de dados sigilosos sobre uma investigação
do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ao não comparecer ao depoimento,
Bolsonaro descumpriu uma determinação do magistrado. O presidente chegou a
apresentar um agravo por meio da Advocacia-Geral da União (AGU),
mas o recurso foi negado pelo ministro. No despacho, Moraes também cita o
relatório final da Polícia Federal sobre o tema, dando o mesmo prazo de 15 dias
para que o PGR, Augusto Aras, se manifeste sobre a peça. Em outro trecho, o
ministro cita uma petição do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), na qual o
parlamentar pede que sejam tomadas as “medidas cabíveis para a competente
persecução criminal no bojo dessa conduta típica, ilícita e culpável do Sr.
Jair Bolsonaro”.
Por Jovem Pan
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