O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta quarta-feira, 2, o envio de 2 mil soldados de seu país para o Leste Europeu. De acordo com o democrata, os militares apoiarão as forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Além disso, outros mil soldados que estão na Europa serão reposicionados para a Romênia, país que faz fronteira com a Ucrânia.
Conforme noticiou Oeste,
o conflito geopolítico no Leste Europeu atingiu níveis altíssimos de tensão.
Neste momento, cerca de 130 mil soldados russos estão posicionados próximo à
fronteira ucraniana, aguardando o sinal verde de Moscou. Em resposta, os países
da Otan reforçaram o envio de equipamentos militares a Kiev. A possibilidade de guerra não
está descartada.
Na terça-feira 1º, o Kremlin promoveu
um exercício com tropas russas estacionadas na Transdnístria, um enclave
separatista pró-Moscou que fica espremido entre Moldávia e Ucrânia.
Anteriormente, uma série de manobras militares foram realizadas na Bielorrússia
e na Crimeia.
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O avanço militar é motivo de
preocupação para os Estados Unidos, que temem uma invasão russa em Kiev.
Diferentemente das manobras anteriores, a movimentação na Transdnístria não tem
como objetivo gerar dúvida sobre eventual invasão, mas, sim, buscar um precedente
para a guerra. Isso porque a região, de 500 mil habitantes, conhecida como a
“última república soviética” por manter símbolos do império comunista, não
tem capacidade militar para ameaçar a Ucrânia.
Cerca de 1.500 soldados
pró-Transdnístria estão posicionados na região, 440 deles integrantes de uma
força de paz. O restante é responsável por guardar o armamento do Exército, que
envolve blindados e aviões.
A Moldávia é um dos países da
antiga periferia soviética que mais preocupam o KremlinMaia Sandu, a presidente
eleita em 2020, pede reiteradamente a saída dos russos da região.
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