O procurador-geral da República, Augusto Aras, reagiu ao relatório da Transparência Internacional que o acusa de “alinhamento” ao presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em nota institucional, divulgada
na quarta-feira 26, o PGR classifica o documento como uma “tentativa
irresponsável” de ataque e disse que exerce um cargo “de natureza jurídica, e
não de viés político”.
Aras também afirma que os
argumentos da ONG são “ultrapassados” e que a entidade presta um “desserviço à
população”.
“Ao contrário do que afirmam os autores do
estudo, não existe ‘alinhamento sistemático do procurador-geral da República,
Augusto Aras, com o presidente da República’, mas sim um trabalho que respeita
a Constituição, as leis, o devido processo legal e não pratica a exploração
midiática de casos em apuração”, diz no texto.
A publicação da Transparência
Internacional, disponibilizada na quarta-feira ao público, diz que houve uma
“retração histórica” da Procuradoria-Geral da República no controle dos atos do
governo.
Conduzido por pesquisadores do
Direito, Economia e Ciências Políticas, o relatório é publicado anualmente pela
Transparência Internacional e traz considerações sobre o trabalho do Executivo,
do Congresso, do Judiciário e do Ministério Público Federal.
0 comentários:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!