Autoridades de Taiwan registraram a presença aeronaves
chinesas no estreito que divide os dois países | Foto: 玄史生/Wikimedia
Cerca de 150 aeronaves
participaram de exercícios na ilha
A China continua intensificando as incursões no espaço aéreo internacional na costa sudoeste de Taiwan, com um número recorde de voos militares. Os quatro dias de pressão contínua envolveram quase 150 voos.
As ações ocorrem no momento em
que a China enfrenta maior resistência dos países da região e Taiwan clama por
mais apoio e reconhecimento global. Os Estados Unidos classificaram as mais recentes ações da China como “arriscadas” e
“desestabilizadoras”.
Taiwan se considera um país
independente, mas o governo da China vê a ilha como parte de seu território.
Desde 2016, quando Tsai Ing-wen foi eleita presidente taiwanês, Pequim tem
aumentado as ameaças de invasão. A governante tem uma política de aproximação
cada vez maior com os EUA.
O ministro da Defesa de Taiwan,
Chiu Kuo-cheng, disse aos legisladores nesta quarta-feira, 6, que a situação “é
a mais grave em 40 anos”.
Embora a maioria concorde que a
guerra não é iminente, a presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, alertou que há
mais coisas em jogo se Pequim cumprir as ameaças anteriores de tomar a ilha à
força. “Se Taiwan cair, as consequências serão catastróficas para a paz
regional e o sistema de alianças democráticas”, escreveu ela em um artigo publicado na
revista Foreign Affairs, na terça-feira 6.
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