
Feirantes foram orientados e informados sobre projeto da Comfis
voltado para os ambulantes. Fotos: Divulgação
Fiscais atuaram nas feiras
livres no fim de semana para garantir o cumprimento da legislação
Garantir o cumprimento da legislação referente aos vendedores ambulantes e ao mesmo tempo orientar sobre o Programa Renda Alternativa de Rio das Ostras. Com esses objetivos, a equipe da Coordenadoria Geral de Fiscalização e Postura (Comfis) visitou, no último fim de semana, as feiras livres da Cidade. Os fiscais aproveitaram para informar que deram início a um projeto educativo voltado para a formação dos ambulantes.
Durante a ação, fiscais
orientaram os feirantes e, nos locais em que encontraram irregularidades,
apreenderam mercadorias comercializadas por ambulantes não cadastrados e
notificaram os responsáveis. Quem ainda não integra o Renda Alternativa foi
informado que, para se regularizar, deve abrir um protocolo na Prefeitura
solicitando autorização. No documento precisa constar os produtos que deseja
vender e o local no qual planeja atuar.
“Estamos iniciando um projeto
educativo para os integrantes do Programa Renda Alternativa que tem como
prioridade orientar e qualificar os ambulantes. Noções básicas de venda, dicas
de como se vestir, como tratar o cliente e, principalmente, de higienização
fazem parte da iniciativa. Também vamos informar os ambulantes sobre as leis
municipais que regem a atividade”, explicou a coordenadora da Comfis, Carmem
Cristina Kanda.
AÇÕES CONTINUADAS – Durante
os dias da semana, fiscais continuam atuando para orientar lojistas e
ambulantes sobre as medidas restritivas de prevenção à Covid-19. Nesta
quinta-feira, dia 5, estiveram no Centro da Cidade para vistoriar os comércios
que, entre outros protocolos sanitários que devem seguir, são obrigados a
disponibilizar álcool 70 em local visível para os clientes.
Conforme lembra a coordenadora da
Comfis, também os ambulantes que vendem produtos nas ruas, além de usar máscara
de proteção, devem disponibilizar álcool 70. “Os integrantes do Renda
Alternativa que trabalham com alimentação precisam utilizar luvas e, como não é
permitido o consumo no local, colocar os produtos vendidos em embalagens para
viagem”, informou.
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