Variante Delta do coronavírus tem afetando principalmente
os não vacinados. JOSEPH PREZIOSO / AFP
Diversos estados e cidades norte-americanas anunciaram medidas para conter a propagação da variante Delta do coronavírus
O governador de Nova York, Andrew Cuomo, pediu na segunda-feira (2) que empresas recusem clientes não vacinados, enquanto a Flórida luta contra um disparo no número de pacientes hospitalizados pela covid-19 em meio à propagação da variante Delta, que pode levar à imposição de novas restrições à vida cotidiana.
Os trabalhadores do setor de
transportes em Nova York e os profissionais de saúde, cuidados domésticos e do
setor penitenciário de Nova Jersey irão enfrentar novas exigências anunciadas
na segunda-feira, e terão de ser vacinados ou passarão por testagens regulares.
O prefeito da cidade de Denver também anunciou que a imunização será
obrigatória para os mais de 11 mil funcionários municipais.
Alguns governos locais estão
voltando a exigir o uso obrigatório de máscaras, como o governo de Louisiana,
que vai passar a exigir o uso da proteção facial em locais ambientes externos
em todo o Estado a partir de quarta-feira (4). O governador da Flórida, Ron
DeSantis, tomou uma atitude oposta. DeSantis decretou na semana passada a
proibição da exigência do uso de máscaras pelas escolas no Estado.
As medidas representam as últimas
tentativas de administradores públicos para incentivar a vacinação entre norte-americanos
relutantes, enquanto a variante Delta, altamente contagiosa, aumenta os números
de casos do coronavírus em todo o país, infectando principalmente os não
vacinados.
"Se você não foi vacinado, a
variante Delta deveria ser uma grande preocupação para você, e você deveria
estar preocupado com isso", afirmou o governador de Nova York em um
pronunciamento.
A Flórida, que tem um governador
que resiste às exigências de uso de máscaras e de vacinação, tem um dos piores
surtos da doença no país, e cerca de um quarto dos pacientes hospitalizados por
covid-19 em todo o país, de acordo com dados do Departamento de Saúde e
Serviços Humanos dos Estados Unidos.
Reuters

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