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| Fotomontagem: Reprodução Youtube |
A deputada federal Carla Zambelli e o senador Eduardo Girão escancararam nesta quinta-feira (15), o que seria só mais uma entre tantas “farras com o dinheiro público” promovidas por partidos e parlamentares, mas que, na verdade, se trata de uma nova ação articulada para impedir a implementação do voto eletrônico impresso auditável nas eleições de 2022.
Trata-se de um
artigo da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que acabou aprovado na câmara e
agora está em análise no senado, que ampliou o valor do Fundão Eleitoral de 1,7
para 5,7 bilhões de reais.
Horas antes da
aprovação, Zambelli explicou que a metade dos 4 bilhões a mais, destinados às
legendas partidárias, estava reservado justamente para arcar com os custos da
aquisição de urnas mais modernas e de impressoras.
Girão, em meio
à audiência da CPI da pandemia, fugiu do tema do colegiado para também alertar
a proposta absurda, informando que não a aprovaria e chamando a atenção, ainda,
para os valores absurdos destinados a campanhas eleitorais, em um momento em
que o país vive uma crise de saúde.
Está cada vez mais
claro a trama. Eles estão agindo e cercando de todos os lados, para garantir
que o resultado das urnas em 2022 não possa ser questionado.
Jornal da Cidade Online
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