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O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán. AFP - JOHN
THYS |
O movimento do primeiro-ministro Viktor Orban ocorreu depois de a União Europeia processar o país
O
primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban,
anunciou que o país organizará um referendo para avaliar o apoio interno à lei
que barra conteúdos LGBT para crianças. A iniciativa ocorreu depois de a
Comissão Europeia abrir um processo contra o país. “Bruxelas, claramente,
atacou a Hungria nas últimas semanas sobre a lei que proíbe a promoção da
homossexualidade entre os menores”, declarou o premiê, na terça-feira 20.
Em um vídeo
publicado no Facebook, Orban antecipou perguntas que serão feitas à população,
como, por exemplo, se os húngaros aceitam que a escola fale de sexualidade com
seus filhos sem o seu consentimento, se apoiam a promoção dos tratamentos de
mudança de sexo para os menores, ou a apresentação sem restrições para os
menores de conteúdo na mídia de caráter sexual que afete seu desenvolvimento.
A União
Europeia (UE) e a Hungria estão em queda de braço na Justiça sobre a legislação
de proteção de menores, adotada em 15 de junho, que proíbe mencionar a
homossexualidade e a mudança de sexo para menores nos colégios. O Executivo
europeu considera a lei discriminatória contra pessoas LGTB. O caso poderá
seguir para o Tribunal de Justiça da UE e, posteriormente, resultar na adoção
de sanções financeiras.

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