
Países da América Latina tentam barrar a entrada
de novas variantes do coronavírus. PIXABAY
Países
tentam conter a covid-19 e buscam barrar a entrada de pessoas infectadas com
novas variantes do coronavírus
Peru, Bolívia e
Chile anunciaram nesta quinta-feira (1°) que vão fechar as fronteiras para
tentar conter o número de casos de covid-19.
Os governos querem evitar que pessoas contaminadas com novas cepas
do coronavírus, como a variante brasileira, entrem no país.
O Peru manterá
suspensos os voos comerciais com o Brasil, Reino Unido e África do
Sul, onde foi registrado o surto de novas variantes do coronavírus, até
pelo menos meados de abril.
As rotas aéreas
regulares com o Brasil chegaram a ser reativadas em outubro do ano passado, mas
foram novamente suspensas em 1º de fevereiro deste ano, diante da segunda onda
de infecções por aqui.
O Peru está no
meio da segunda onda de infecções por coronavírus e acumulou desde março de
2020 mais de 1,5 milhão de casos e 52 mil mortes por covid-19.
A Bolívia
ordenou o fechamento preventivo de sua fronteira com o Brasil a partir de
sexta-feira (2) por uma semana, para proteger sua população diante da eventual
circulação de uma nova variante da covid-19.
O governo ainda
não comunicou quais medidas específicas serão aplicadas para as viagens aéreas.
Até agora, cada pessoa que entra no país deve apresentar um resultado negativo.
La Paz ordenou
no início da semana a aceleração da campanha de
vacinação em cidades na fronteira com o Brasil, por temor de que
uma nova variante da doença possa estar circulando. O país de 11,5 milhões de
habitantes acumula 272.411 casos e 12.257 óbitos causados pela covid-19.
O governo do
Chile também anunciou que fechará novamente suas fronteiras ao longo do mês de
abril após o país bater recordes diários e ter ultrapassando um milhão de casos
desde o início da pandemia.
As viagens ao
exterior serão restritas ao longo deste mês tanto para chilenos como para
estrangeiros residentes no país e só serão permitidas através de uma
autorização extraordinária por razões humanitárias urgentes e qualificadas,
tratamentos de saúde ou providências essenciais para o bom funcionamento do
país.
O governo
chileno decretou também toque de recolher em todo o país a partir da
próxima segunda-feira (5), das 21h às 5h.
Apesar do Chile
estar realizando um dos processos de vacinação mais rápidos e bem-sucedidos do
mundo, com quase 6,8 milhões de pessoas imunizadas, sendo o terceiro país com a
maior porcentagem de população vacinada, a disseminação do vírus ainda não foi
controlada e o país sofre com a segunda onda da doença.
Do R7, com
EFE e AFP
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