
Vick Bufano | UnSplash
Este já é o
terceiro protesto realizado nos últimos meses.
Dezenas de
milhares de argentinos foram às ruas de Buenos Aires, na Argentina, contra
novas restrições impostas pelo presidente Alberto Fernández.
O motivo
principal do protesto é a suspensão das aulas presenciais, aplicada sob a
justificativa de enfrentar a segunda onda da covid-19.
O ato
concentrou-se no centro da capital, onde os cidadãos se manifestaram com
bandeiras e faixas, declarando palavras de ordem contra o endurecimento das
medidas.
Houve um grupo
que partiu em direção aos portões da residência presidencial, na cidade de
Olivos.
Conforme
registrou o Conexão Política na última quarta-feira (14), Alberto Fernández
anunciou para Buenos Aires e seus arredores uma ampliação extremamente rigorosa
no horário de restrição à circulação noturna.
Até o próximo
dia 30 deste mês, estão suspensas atividades culturais, esportivas, recreativas
e religiosas em locais fechados.
A medida é
aplicada, inclusive, aos setores gastronômicos.
Devido a tanto
extremismo, semelhante ao que vem sendo adotado no Brasil por governadores e
prefeitos, a medida que crucial para impulsionar as manifestações na Argentina
foi a suspensão das aulas presenciais por duas semanas em Buenos Aires e
arredores.
Na contramão, o
prefeito da capital, Horacio Rodríguez Larreta, opositor do governo federal,
apresentou um recurso ao Supremo Tribunal argentino para impedir o fechamento
das escolas.
Em vídeos que
circulam nas redes sociais, Larreta diz estar confiante em derrubar as séries
de restrições no país.
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